ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Donald Trump consolidou ainda mais a sua posição como o presidente dos Estados Unidos mais amigável ao mercado de criptomoedas, visto que sua empresa Trump Media (DJT) entrou com pedido para listar na bolsa americana o Truth Social Crypto Blue Chip ETF.
Caso a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) aprove a documentação encaminhada pela Truth Social, divisão de redes sociais do conglomerado com participação de Trump, os investidores terão acesso a um ETF composto por cinco das principais criptomoedas.
No caso, o Bitcoin (BTC), o maior criptoativo do mundo em valor mercado, dominará a composição do ETF cripto apadrinhado por Trump, com fatia em torno de 70%. Só nos últimos 12 meses, a moeda virtual quase dobrou de preço.
Segundo dados do Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil há um ano em Bitcoin, hoje você teria R$ 1.912,09. Atualmente, neste dia 8 de julho, com R$ 1 mil é possível comprar a fração de 0,001681 em BTC.
A documentação do ETF cripto bancado pela Trump Media visa espelhar a movimentação do preço do Bitcoin por meio de ativos sob custódia direta da Crypto.com. Essa estrutura oferece suporte à exposição sem exigir que os compradores possuam chaves privadas ou carteiras digitais.
Leia mais: Criptomoedas: O que são e como funcionam?
Na sequência, o Ethereum (ETH), o segundo criptoativo mais valioso do mundo, irá representar 15% do patrimônio do novo ETF cripto, permitindo exposição à rede blockchain de contratos inteligentes e domínio em finanças descentralizadas.
Outra altcoin (quaisquer moedas virtuais que não sejam o Bitcoin) bastante popular entre os entusiastas de criptomoedas, que estará no fundo listado na bolsa americana, é a Solana (SOL). A principal rival da rede Ethereum, sendo, no momento, uma blochain para lançamento de novos projetos mais barata e popular entre os usuários, terá presença no ETF de 8%.
Por fim, as criptomoedas Cronos (CRO) e Ripple (XRP) representarão 5% e 2%, respectivamente, da carteira do ETF cripto com a marca de Trump.
A primeira moeda virtual é justamente o token nativo da Crypto.com, refletindo o vínculo operacional entre o custodiante e o produto financeiro. Já o segundo token se valorizou +451% nos últimos 12 meses, oferecendo exposição a pagamentos internacionais.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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