Oi (OIBR3) não divulgará balanços do 1T26 e 2T26 e ainda deve números de 2025
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
🚨 A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deu sinal verde, sem restrições, para a aquisição da UPI ClientCo, unidade de clientes de banda larga fixa da Oi (OIBR3), pela V.tal, marcando um passo significativo no setor de telecomunicações brasileiro.
A transação, avaliada em R$ 5,6 bilhões, é resultado de um processo competitivo realizado dentro da recuperação judicial da Oi.
A aprovação do Cade entrará em vigor de forma definitiva em até 15 dias corridos após a publicação no Diário Oficial da União, desde que não haja intervenção do Tribunal Administrativo do Cade.
Essa decisão representa mais do que uma simples mudança de controle: ela pode redefinir o panorama do mercado de banda larga no país.
A V.tal, reconhecida por sua infraestrutura robusta de fibra óptica, assume agora a totalidade da operação da ClientCo, ampliando significativamente sua base de clientes e consolidando sua posição como player estratégico no segmento.
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Essa venda integra o plano de recuperação judicial da Oi, que busca reorganizar suas operações e reduzir seu endividamento.
Para investidores, a operação sinaliza um movimento importante para a estabilidade financeira da empresa, que vem enfrentando desafios nos últimos anos.
📈 A consolidação pode trazer benefícios, como maior eficiência operacional e expansão da infraestrutura de fibra óptica, mas também levanta questionamentos sobre a concorrência no setor.
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
Empresa em recuperação judicial ainda precisa cumprir rito burocrático para concluir a transação.
De acordo com a manifestação, essa redução poderá tornar a operação da empresa financeiramente insustentável.
Os recursos contestam a decisão da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro.
Victor Adler e pessoas vinculadas passaram a possuir 122 mil ações preferenciais da Oi.
A decisão manteve a liquidação ordenada dos ativos pelo gestor judicial até o julgamento do mérito dos recursos.
A empresa divulgou a informação na última terça-feira (12).
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