CVM julga ex-diretores da Oi (OIBR3) por fraude e dois já levam multa de R$ 400 mil
A CVM iniciou julgamento de cinco ex-diretores por irregularidades contábeis de 2015 e 2016, com dois já condenados a R$ 400 mil cada.
Nesta sexta-feira (19), a Oi (OIBR3) conseguiu aprovar o novo plano de recuperação judicial em AGC (Assembleia Geral de Credores). Na reunião, estavam presentes os credores da companhia e suas subsidiárias.
📞 “O plano aprovado visa assegurar a viabilidade operacional e a sustentabilidade às recuperadas, com vistas à superação de sua atual situação econômico-financeira e à continuidade de suas atividades”, disse a empresa em comunicado.
Conforme afirmado pelo diretor jurídico da Oi, Thales Paixão, a revisão do plano de recuperação judicial busca alcançar um consenso com os credores que têm influência para aprovar o documento.
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📱 Ele enfatizou que as alterações não impactam os credores das classes 1 e 4, ou seja, os trabalhadores e as micro e pequenas empresas, respectivamente.
A nova versão do plano de recuperação judicial aumentou de US$ 650 milhões para US$ 655 milhões a previsão total do próximo financiamento da Oi.
☎️ Além disso, contempla uma antecipação de US$ 135,8 milhões (em comparação com os US$ 125 milhões anteriores) de recursos.
Agora, o plano de recuperação judicial da companhia será submetido à homologação do Juízo da 7ª Vara Empresarial da Comarca na capital do Rio de Janeiro.
A CVM iniciou julgamento de cinco ex-diretores por irregularidades contábeis de 2015 e 2016, com dois já condenados a R$ 400 mil cada.
O TJ-RJ rejeitou recursos de credores nesta terça-feira (25) e decretou a falência definitiva da operadora, encerrando sua recuperação judicial.
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
Empresa em recuperação judicial ainda precisa cumprir rito burocrático para concluir a transação.
De acordo com a manifestação, essa redução poderá tornar a operação da empresa financeiramente insustentável.
Os recursos contestam a decisão da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro.
Victor Adler e pessoas vinculadas passaram a possuir 122 mil ações preferenciais da Oi.
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