Natura (NATU3) antecipa resultados piores que o esperado no 2T26; veja projeções
A receita líquida deve ser afetada pela redução das vendas e por desafios operacionais.
Nesta quinta-feira (5), a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) notificou diversas companhias por falta de transparência na prestação de informações. A lista conta com empresas de diversos setores, muitas delas bastante frequentes no noticiário.
A autarquia informou que considera essas companhias como inadimplentes, porque não estão em dia com suas obrigações. Ao todo, são 19 empresas da bolsa de valores nesta categoria.
A maior parte dos tickers listados pela CVM está passando por algum processo de reestruturação. No entanto, há aqueles que estão em recuperação judicial, seja no Brasil ou no exterior.
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É o caso da Bombril (BOBR4), que passa pela RJ desde o ano passado, depois de pedir proteção para dívidas que somam R$ 2,3 bilhões. O mesmo acontece com a Oi (OIBR3), que inclusive passou por um processo de falência que foi revertido pela Justiça posteriormente.
Há, também, nomes envolvidos em escândalos policiais, como a Arandu Investimentos (ARND3), ex-Reag Investimentos. A empresa mudou de nome depois de ser alvo de investigações por suposto envolvimento com o crime organizado.
As companhias listadas pela CVM estão há pelo menos três meses sem apresentar formulários importantes, que guiam os investidores na tomada de decisão. Alguns deles são: o Formulário de Demonstrações Financeiras Padronizadas (DFP), o Formulário de Informações Trimestrais (ITR) ou o Formulário de Referência (FRE).
O órgão alerta que passar mais de 12 meses sem publicar os documentos pode levar à suspensão do registro dessas companhias. No final, isso impede a negociação dos ativos no balcão da bolsa de valores.
A receita líquida deve ser afetada pela redução das vendas e por desafios operacionais.
O objetivo é adquirir o saldo remanescente de ações que não foi comprado no programa encerrado.
Segundo a comunicação enviada à Natura, o Lotus FIP tornou-se titular de 90.676.500 ações.
No acumulado de 2026, a ação já avança mais de 40%, contra alta de 17% do Ibovespa no mesmo período.
Investidores se animam com narrativa de proximidade do fim da guerra no Irã e vão fundo na renda variável.
A Natura ressaltou que a celebração do acordo não representa reconhecimento de culpa ou de prática de atos irregulares.
O valor do negócio foi de RUB 2.520.400.000,00, equivalente a aproximadamente 26,9 milhões de euros.
Após a venda da Aesop e reestruturações recentes, a companhia tenta reverter perdas de eficiência e retomar sua trajetória de crescimento.
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