Do zero a trilhões de dólares: Entenda como o Bitcoin desafia a história do dinheiro
Entenda a história do Bitcoin, o papel do halving nos ciclos de preços e por que o ativo entrou no radar institucional.
Muita gente voltou a falar sobre o Bitcoin (BTC) depois que a maior criptomoeda do mundo chegou a valer pela primeira vez na história US$ 123,3 mil no último dia 14 de julho. Mas existem muitas outras oportunidades nas chamadas altcoins (quaisquer criptoativos que não sejam o Bitcoin).
Afinal de contas, a própria dominância do BTC sobre o mercado cripto tem mostrado queda consistente desde o início do mês, representando 63% da capitalização total das moedas virtuais, atualmente em cerca de US$ 3,7 trilhões.
Segundo analistas do BTG Pactual, criptomoedas como Ethereum (ETH) que voltou a ultrapassar US$ 3 mil, e Solana (SOL), que atingiu patamares acima dos US$ 167 devido à expressiva entrada de recursos em ETFs, exemplificam a tendência de que as altcoins já trazem valorizações percentuais maiores que o Bitcoin.
"Caso o movimento permaneça consistente, julho poderá consolidar uma "altseason" mais ampla e diversificada. Além disso, a recente desvalorização do dólar no mundo, marcada pelo menor patamar do índice DXY desde 2022, segue fornecendo um contexto macroeconômico favorável para a continuidade do movimento de alta dos criptoativos", afirmam os analistas Matheus Parizotto e João Galhardo, em relatório.
Uma altseason se dá quando criptomoedas alternativas experimentam aumentos significativos de preços e superam o BTC, pelo fato de mercados com baixa capitalização terem potencial para fornecer retornos mais elevados.
Conforme apuração do Investidor10, entre as 100 maiores criptomoedas alternativas do mercado, 35 delas superaram a rentabilidade de +39% obtida pelo Bitcoin nos últimos 90 dias:
Entenda a história do Bitcoin, o papel do halving nos ciclos de preços e por que o ativo entrou no radar institucional.
Perfis de investidores selecionados poderão negociar contratos derivativos, prevendo eventos para cada ativo.
Questões geopolíticas no Oriente Médio também ditam os preços das criptomoedas na semana.
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Charles Wicz, o Economista Sincero, revela o que está fazendo em sua carteira pessoal de criptomoedas.
A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
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