Bitcoin entra no 'top 10%' mais barato da história e BTG vê oportunidade rara
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
Muita gente voltou a falar sobre o Bitcoin (BTC) depois que a maior criptomoeda do mundo chegou a valer pela primeira vez na história US$ 123,3 mil no último dia 14 de julho. Mas existem muitas outras oportunidades nas chamadas altcoins (quaisquer criptoativos que não sejam o Bitcoin).
Afinal de contas, a própria dominância do BTC sobre o mercado cripto tem mostrado queda consistente desde o início do mês, representando 63% da capitalização total das moedas virtuais, atualmente em cerca de US$ 3,7 trilhões.
Segundo analistas do BTG Pactual, criptomoedas como Ethereum (ETH) que voltou a ultrapassar US$ 3 mil, e Solana (SOL), que atingiu patamares acima dos US$ 167 devido à expressiva entrada de recursos em ETFs, exemplificam a tendência de que as altcoins já trazem valorizações percentuais maiores que o Bitcoin.
"Caso o movimento permaneça consistente, julho poderá consolidar uma "altseason" mais ampla e diversificada. Além disso, a recente desvalorização do dólar no mundo, marcada pelo menor patamar do índice DXY desde 2022, segue fornecendo um contexto macroeconômico favorável para a continuidade do movimento de alta dos criptoativos", afirmam os analistas Matheus Parizotto e João Galhardo, em relatório.
Uma altseason se dá quando criptomoedas alternativas experimentam aumentos significativos de preços e superam o BTC, pelo fato de mercados com baixa capitalização terem potencial para fornecer retornos mais elevados.
Conforme apuração do Investidor10, entre as 100 maiores criptomoedas alternativas do mercado, 35 delas superaram a rentabilidade de +39% obtida pelo Bitcoin nos últimos 90 dias:
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
Saída bilionária de ETFs, juros elevados e vendas por grandes investidores pressionam a principal criptomoeda do mercado.
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