Apple (AAPL34) põe Wall Street no bolso com demanda forte por iPhones no 1T26
Ações da gigante de tecnologia subiam +3,50% no pregão estendido da bolsa de valores americana.
No dia seguinte da divulgação de uma nova linha de smartphones, as ações da Apple (AAPL34) sofreram um duro golpe no pregão. Por volta das 13h, os papéis da companhia eram negociados com baixa de quase 3%, abaixo de US$ 228 em Nasdaq.
No Brasil, onde os papéis são negociados por meio de BDRs, a queda é ainda maior. No mesmo horário, o recuo era de 3,6%, operando em R$ 61,50.
O desempenho das ações está relacionado ao fato de que os lançamentos da marca não trouxeram muitas novidades em termos de evolução tecnológica. A empresa até renovou a linha iPhone 17, mas poucas coisas mudaram em relação aos modelos anteriores.
O foco dos investidores esteve mais no novo AirPods Pro 3, que agora conta com tradução simultânea, e do Watch, que conta com sensor de hipertensão e uma bateria de longa duração. No caso do iPhone, a grande novidade está na versão Air, que chega como a versão mais fina da marca de Cupertino.
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Segundo Nasdaq, atualmente, a Apple conta com 21 recomendações de compra entre as 38 analisadas nos Estados Unidos. Outros 17 bancos de investimentos se dividem entre a posição neutra e de venda para os papéis, por não enxergarem tanto potencial de crescimento na cotação do ativo.
O preço-alvo médio para as ações é de US$ 239, mas chega a US$ 300 em alguns casos. Se confirmado, o potencial de alta é de 30% nos casos dos bancos que preveem uma valorização mais acentuada.
“Em nossa opinião, tudo o que a Apple precisa é de avanços significativos de IA, seja orgânica ou inorganicamente. Até então, as ações da Apple provavelmente terão negociações moderadas. Nesse cenário, os investidores podem jogar a Apple em uma abordagem de cesta para minimizar os riscos de concentração específicos da empresa”, diz a casa de análises Zacks Investimentos.
O novo iPhone 17 chegou em quatro versões: normal, Air, Pro e Pro Max, com preços que começam em R$ 8 mil. Os produtos chegam às lojas brasileiras já no próximo dia 19 de setembro, conforme comunicado divulgado pela marca.
As principais diferenças entre os modelos são: tamanho, espessura, armazenamento e configuração interna. De modo geral, a composição das câmeras de todos os aparelhos são bem parecidas, mas carregam funcionalidades diferentes.
O iPhone Air chega pela primeira vez ao mercado com uma espessura de 0,56 milímetros e pesando apenas 165 gramas. O aparelho ainda conta com uma tecnologia de tela que protege até três vezes mais em caso de quedas.
Os preços sugeridos para os aparelhos no Brasil são os seguintes:
Ações da gigante de tecnologia subiam +3,50% no pregão estendido da bolsa de valores americana.
Vice-presidente John Ternus vai ocupar principal posto da companhia a partir de 1º de maio.
O objetivo da gigante de tecnologia é aumentar o número de assinantes de seus serviços pagos.
Smartphone tem tela de 6,3 polegadas, câmera de 48 MP e chip A19.
Fabricante do iPhone registra crescimento de +16% nas receitas, batendo expectativas em Wall Street.
O Itaú (ITUB4) é o único representante do Brasil na lista, elaborada pela Brand Finance.
Parceria com grife japonesa Issey Miyake cria acessório exclusivo para o smartphone.
À espera do balanço, iPhone 17 impulsiona ações e leva empresa ao grupo das três mais valiosas do mundo.
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