Nubank (ROXO34) vai investir R$ 45 bi no Brasil em 2026; veja prioridades
O investimento quase dobrou nos últimos dois anos, sustentado pelo crescimento do negócio.
Em balanço divulgado na noite desta quinta-feira (14), o Nubank revelou um aumento de 42% no lucro líquido do segundo trimestre em relação a um ano antes. O banco digital chegou em junho com o equivalente a US$ 637 milhões.
O documento mostrou, também, uma receita líquida de US$ 3,7 bilhões no período, o que representa uma aceleração de 40% na comparação anual. O ROE da companhia, porém, se manteve no patamar de 28%.
A carteira de crédito avançou 8% na comparação com o trimestre imediatamente anterior, terminando em US$ 27,3 bilhões, especialmente pela participação de cartão de crédito. A inadimplência de curto prazo, no entanto, caiu para 4,4%, ainda de acordo com o balanço.
“Se nos últimos três a cinco anos grande parte do crescimento da receita veio de colocar mais clientes para dentro de casa, nos próximos três a cinco anos, no Brasil, grande parte do crescimento da receita virá de aumentar a profundidade do nosso relacionamento com esses clientes, ou seja, aumentar a receita média por cliente”, disse o diretor financeiro Guilherme Lago.
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O banco aproveitou o balanço para atualizar o número de clientes, que cresceu cerca de 4 milhões em um ano. Desta forma, contando todos os países onde mantém operação, já são 123 milhões de consumidores, se consolidando como uma das três maiores instituições financeiras do país.
“A receita média mensal por cliente ativo (ARPAC, na sigla em inglês) ultrapassou a marca de US$ 12 pela primeira vez, atingindo US$ 12,2, no segundo trimestre de 2025. Um crescimento de 18% YoY [ano a ano] em uma base neutra de câmbio (FXN), com US$ 27,3 em grupos com mais de oito anos na plataforma. A taxa de atividade mensal atingiu 83,2%”, detalhou a diretoria da fintech.
Nesta quinta, as ações do Nubank em NYSE terminaram o pregão com baixa de quase 3%, aos US$ 12. No after-market, porém, os papeis se valorizaram, passando dos US$ 13.
Já no Brasil, os BDRs da companhia foram no sentido contrário, com valorização de 1%, aos R$ 11,23. Nos últimos seis meses, houve recuo de 12% nos papeis, conforme dados da B3.
O investimento quase dobrou nos últimos dois anos, sustentado pelo crescimento do negócio.
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