Conselho da Telefônica Brasil (VIVT3) aprova incorporação da FiBrasil; veja
A operação não resultará em aumento de capital nem na emissão de novas ações.
🚨 A Telefônica Brasil (VIVT3), operadora que atua sob a marca Vivo, registrou um lucro líquido de R$ 1,9 bilhão no terceiro trimestre de 2025 (3T25), resultado 13,3% superior ao apurado no mesmo período do ano anterior.
Os números vieram acima das expectativas de analistas consultados pela LSEG, que projetavam um lucro de R$ 1,7 bilhão.
O desempenho da companhia foi impulsionado principalmente pelo crescimento das receitas com pós-pago, serviços de fibra e soluções digitais corporativas, que vêm ganhando peso no mix de receitas da operadora.
O resultado operacional, medido pelo Ebitda, alcançou R$ 6,5 bilhões, alta de 9% na comparação anual e também acima da projeção de mercado, que era de R$ 6,4 bilhões.
A receita líquida da Telefônica Brasil totalizou R$ 14,94 bilhões no 3T25, crescimento de 6,5% na comparação com o mesmo período de 2024.
A companhia destacou a forte performance do segmento pós-pago, que apresentou alta de 8%, e também a evolução das receitas com fibra óptica, que subiram 10,6%.
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Entre os destaques, a área de dados corporativos, TIC (tecnologia da informação e comunicação) e serviços digitais avançou 22,8%, reforçando a estratégia da empresa de ampliar sua atuação em serviços de maior valor agregado e com margem superior, além da tradicional operação de telefonia.
A receita total com serviços móveis somou R$ 9,7 bilhões, alta de 5,5%, puxada majoritariamente pelo segmento pós-pago. O pré-pago, por outro lado, apresentou queda de 7,6%, refletindo a maturidade do setor e a migração de usuários para planos com maior previsibilidade de consumo.
No segmento de serviços de rede fixa, o faturamento cresceu 9,6% no terceiro trimestre, atingindo R$ 4,35 bilhões, segundo a própria empresa, esse é o maior crescimento já registrado na história recente da Telefônica Brasil nessa linha de negócio.
O avanço foi puxado, principalmente, pela expansão da base de clientes de banda larga por fibra.
A operadora encerrou setembro com 30,5 milhões de casas passadas com fibra, aumento de 7,6% na comparação anual. A rede de fibra da Vivo já alcança 450 cidades em todo o país, com crescimento de 6% no número de municípios atendidos.
📊 Apenas neste trimestre, 2,2 milhões de domicílios foram adicionados à cobertura da empresa, ampliando o alcance da infraestrutura e consolidando a posição da companhia no segmento de ultra banda larga.
A operação não resultará em aumento de capital nem na emissão de novas ações.
Com desconto de 17,5% de IR na fonte, o valor líquido distribuído será de R$ 189,75 milhões, o que representa R$ 0,059 por ação.
Pagadoras de dividendos de peso, como Itaú (ITUB4) e Telefônica Brasil (VIVT3) estão no final calendário em maio de 2026.
Com a transação, a dona da Vivo assumiu 100% da FiBrasil, consolidando integralmente a subsidiária em sua estrutura societária.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia até o dia 27 de maio.
Companhia detalha calendário e critérios para devolução de recursos aos investidores.
A operadora lucrou R$ 1,26 bilhão no 1T26, alta de 19%, impulsionada por pós-pago, fibra e investimentos de R$ 2 bilhões em 5G.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia ao final do pregão de 27 de abril de 2026.
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