GPA (PCAR3) tem prejuízo de R$ 1,4 bilhão no 1T26
A margem bruta também evoluiu, atingindo 30,4%, impulsionada pela estratégia de priorizar operações mais rentáveis.
🗓️ O GPA (PCAR3) convocou para o dia 6 de outubro uma assembleia geral extraordinária destinada à votação da destituição de todo o Conselho de Administração e à escolha de novos conselheiros, atendendo a uma solicitação da família Coelho Diniz. Conforme comunicado, a assembleia será realizada “exclusivamente digital” e decidirá também pela fixação de nove membros no conselho de administração.
A notícia chega um dia após o Cade (Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovar a transferência de parte do Grupo Pão de Açúcar para o Grupo Coelho Diniz. A transação envolve a compra de participação na CDB (Companhia Brasileira de Distribuição), controladora do GPA.
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✍️ Com a operação, a Família Coelho Diniz passou a controlar 24,5% das ações da CBD, ultrapassando o Grupo Casino, que detém 22,5% do GPA. O Cade concluiu que o Grupo Coelho Diniz exercerá controle sobre o GPA, embora de forma compartilhada. O despacho autorizando a operação foi publicado nessa terça-feira (2) no DOU (Diário Oficial da União), assinado pelo superintendente-geral Alexandre Barreto.
Ele afirmou que, mesmo com a atuação de ambas as partes no setor de supermercados, a operação “não acarreta sobreposição horizontal nem integração vertical”. O GPA também divulgou editais de convocação de debenturistas para assembleias, nas quais pedirá permissão para suspender temporariamente o descumprimento de cláusulas de endividamento, evitando o vencimento antecipado das obrigações.
O GPA também divulgou editais de convocação de debenturistas para assembleias, nas quais pedirá permissão para suspender temporariamente o descumprimento de cláusulas de endividamento, evitando o vencimento antecipado das obrigações.
A margem bruta também evoluiu, atingindo 30,4%, impulsionada pela estratégia de priorizar operações mais rentáveis.
Acordo faz parte do plano de recuperação extrajudicial do Grupo Pão de Açúcar.
Grupo varejista diz que acordo com credores prevê ajuste no perfil da dívida e que operações seguem normalmente.me
A empresa destacou que suas lojas continuarão operando normalmente, uma vez que as operações são consideradas saudáveis.
Segundo a empresa, o objetivo é avaliar diferentes alternativas que possam melhorar o perfil de seu endividamento.
Taxas oferecidas pelos títulos de renda fixa da rede varejista disparam no mercado secundário.
No trimestre, o prejuízo das operações continuadas totalizou R$ 523 milhões.
O anúncio foi feito na última segunda-feira (27) em comunicado ao mercado.
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