Do zero a trilhões de dólares: Entenda como o Bitcoin desafia a história do dinheiro
Entenda a história do Bitcoin, o papel do halving nos ciclos de preços e por que o ativo entrou no radar institucional.
💲 A Trump Media & Technology Group, empresa ligada ao presidente dos Estados Unidos Donald Trump, anunciou planos ambiciosos de entrada no setor financeiro com o lançamento de fundos de índice (ETFs) voltados para ativos digitais e energia.
A proposta prevê um aporte inicial de R$ 1,4 bilhões, com alcance internacional, em uma parceria com a Crypto.com, formalizada em março deste ano.
Os ETFs deverão ser estruturados com cestas de criptomoedas — incluindo a Cronos (CRO), token nativo da corretora parceira — além de ações de empresas do setor de energia, considerado estratégico pela companhia.
“Queremos levar a Trump Media para além do setor de mídia e ampliar sua presença no mercado global de ativos digitais”, afirmou Devin Nunes, CEO da Trump Media.
A Trump Media revelou que pretende listar seus ETFs em múltiplas bolsas internacionais, abrangendo os Estados Unidos, Europa e Ásia.
A estratégia busca aproveitar o momento de expansão do mercado de criptoativos institucionalizados, especialmente diante da mudança de direção regulatória nos EUA.
O movimento ocorre no rastro da nomeação de Paul Atkins para a presidência da SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos EUA), um perfil mais liberal em relação ao setor cripto, e nomeado pelo próprio Trump.
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Atkins tem histórico pró-mercado e já defendeu, em outras ocasiões, uma maior abertura regulatória para ativos digitais.
Com essa nova configuração, o mercado projeta avanços na aprovação de ETFs multiativos nos EUA entre 2025 e 2026 — atualmente, apenas ETFs de bitcoin (BTC) e ether (ETH) contam com aval regulatório da agência.
A Trump Media já havia sinalizado, em fevereiro, a intenção de lançar um ETF exclusivamente de bitcoin.
A nova proposta, no entanto, sugere ambição mais ampla: consolidar uma divisão financeira com alcance global, capaz de competir com grandes gestoras que atuam no setor de criptoativos.
Segundo fontes do mercado, a companhia quer se posicionar como uma alternativa política e ideológica às grandes plataformas financeiras, aproveitando a crescente base de apoiadores do ex-presidente Trump e o avanço do bitcoin como ativo de reserva digital.
📊 Além disso, a escolha de setores como energia e ativos digitais alinha a estratégia da Trump Media aos pilares econômicos do discurso político republicano: soberania energética e independência financeira.
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Perfis de investidores selecionados poderão negociar contratos derivativos, prevendo eventos para cada ativo.
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A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
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