ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
🚨 O Bitcoin (BTC) voltou a roubar a cena no mercado financeiro nesta quarta-feira (23), ao se aproximar da marca de US$ 94 mil e superar o valor de mercado da Alphabet (GOGL34), holding que controla o Google.
Com a valorização recente, o criptoativo mais negociado do mundo passou a ocupar o posto de quinto ativo mais valioso do planeta, atrás apenas de gigantes como Apple (AAPL34), Microsoft (MSFT34), Saudi Aramco e Nvidia (NVDC34).
Segundo dados do CoinMarketCap, o BTC era negociado a US$ 93,8 mil por volta das 14h30, com alta de 3,29% nas últimas 24 horas.
O valor de mercado total da criptomoeda chegou a US$ 1,860 trilhão, superando o da Alphabet (US$ 1,859 trilhão) e da prata (US$ 1,857 trilhão).
Além da valorização pontual, o BTC conseguiu eliminar as perdas acumuladas no início do ano e já opera em campo positivo em 2025, com alta de 0,46% no acumulado desde 1º de janeiro.
O desempenho marca uma reviravolta para o ativo, que enfrentou pressões desde o início do ciclo eleitoral nos Estados Unidos e diante da volatilidade do cenário macroeconômico global.
O movimento de alta foi acompanhado por outras criptomoedas relevantes. No mesmo período:
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O bom humor dos investidores tem relação direta com os sinais de distensão na guerra comercial entre Estados Unidos e China.
O presidente norte-americano, Donald Trump, indicou que pretende adotar uma postura mais moderada nas disputas tarifárias e sinalizou que Jerome Powell deve permanecer à frente do Federal Reserve — uma mensagem bem recebida pelos mercados globais.
Esse cenário mais ameno motivou uma nova onda de entradas líquidas em ETFs de bitcoin listados nos EUA.
De acordo com a Bloomberg, apenas na última terça-feira (22), esses fundos registraram US$ 936 milhões em captação, o terceiro maior fluxo diário de 2025.
O mercado também foi influenciado por notícias sobre um possível veículo de investimento de US$ 3 bilhões, em negociação entre Cantor Fitzgerald, Tether Holdings e SoftBank Group, com foco na aquisição de criptoativos. A iniciativa pode fortalecer a liquidez e a institucionalização do setor.
📊 Para especialistas, esses movimentos ampliam o interesse por criptoativos como ativos alternativos e instrumentos de proteção patrimonial, especialmente diante das incertezas globais.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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