Prejuízo da CSN (CSNA3) salta 495% no 2º trimestre e chega a R$ 773 milhões
No acumulado dos primeiros seis meses, o prejuízo líquido da companhia alcançou R$ 1,3 bilhão.
💰 A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) fechou um acordo de R$ 3,2 milhões com o diretor executivo da CSN (CSNA3), Marcelo Cunha Ribeiro, para encerrar processos relacionados à divulgação de informações da companhia entre os anos de 2021 e 2023.
O acordo foi alcançado antes da abertura de um possível processo administrativo sancionador, conforme declarado pela CVM.
No mês passado, a CSN anunciou que seu conselho de administração havia elegido Antonio Rabello como diretor executivo de finanças, em substituição a Ribeiro.
No entanto, Ribeiro permanece como diretor executivo e, após um período de transição, liderará uma nova estrutura a ser criada pelos acionistas controladores da CSN.
No acumulado dos primeiros seis meses, o prejuízo líquido da companhia alcançou R$ 1,3 bilhão.
A operação envolveu Notes existentes com juros de 6,750% ao ano e vencimento em 2028.
A companhia recebeu propostas vinculantes pelo negócio e agora vai analisar as propostas.
A siderúrgica prevê um prejuízo bilionário no primeiro semestre, além de um aumento da dívida.
A conclusão da transação ainda depende do cumprimento de condições precedentes.
Entre os ativos colocados à venda estão terminais portuários localizados no Rio de Janeiro.
A receita líquida atingiu R$ 13,8 bilhões entre janeiro e março, diz a empresa em comunicado.
Segundo fontes, a companhia recebeu ofertas não vinculantes pela CSN Cimentos, com Votorantim e Conch entre os interessados.
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