Magazine Luiza (MGLU3) agenda dividendos de R$ 63 milhões em 2026
Varejista pagará remuneração aos acionistas utilizando até a reserva de lucros acumulada em anos.
💸 O Magazine Luiza (MGLU3) celebrou um financiamento de US$ 130 milhões com a International Finance Corporation, uma instituição financeira que pertence ao Banco Mundial, e já anuncia nesta quinta-feira (24) para onde irá a maioria dos recursos captados no exterior.
Os planos da varejista envolvem apostar pesado em seus projetos de tecnologia, incluindo a evolução da plataforma de marketplace e dos serviços de Advertising, Fintech, Fulfillment e Cloud.
Dessa maneira, o Magalu começa a trilhar os mesmos passos de outra gigante do comércio eletrônico, a Amazon (AMZO34). Apesar de muitos brasileiros apenas associarem essa empresa americana às compras feitas na internet, atualmente mais de metade do seu lucro vem do seu negócio de serviços de armazenamento em nuvem, o AWS.
Vale mencionar também que é a primeira vez que o Magazine Luiza e a IFC, uma instituição de desenvolvimento mundialmente renomada por financiar projetos sustentáveis do setor privado, fazem uma transação.
🔎 No caso, o financiamento realizado pela MGLU3 terá prazo de cinco anos, incluindo dois anos de carência. A empresa brasileira também está comprometida em atingir metas socioambientais para obter tais recursos, com destaque para logística reversa e destinação para reciclagem de produtos eletroeletrônicos.
"Com essa captação, o Magalu aumenta sua liquidez e fortalece ainda mais sua estrutura de capital. A conclusão da transação está condicionada ao cumprimento de determinadas condições precedentes usuais a esse tipo de operação", afirma Roberto Rodrigues, diretor financeiro e de relações com investidores do Magazine Luiza, no comunicado.
Conforme dados do Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em MGLU3 há dez anos, hoje você teria R$ 6.921,40, já considerando o reinvestimento dos dividendos. A simulação também aponta que o Ibovespa teria retornado R$ 2.378,00 nas mesmas condições.
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Varejista pagará remuneração aos acionistas utilizando até a reserva de lucros acumulada em anos.
Moeda americana está perdendo força no mundo e parte do capital está indo aos emergentes (inclusive o Brasil).
Financeira do Magalu é autorizada pelo Banco Central a emitir títulos de dívidas que remuneram juros compostos.
A proposta está na pauta da assembleia de acionistas convocada para o dia 23 de abril.
Magalu Cloud, serviço de dados em nuvem da varejista, já soma 1200 clientes externos, entre os quais a Rede Globo.
O aumento ocorre dentro do limite do capital autorizado previsto no estatuto social.
Instalada no Conjunto Nacional, nova Galeria Magalu reúne Netshoes, KaBum!, Época Cosméticos em mais de 4 mil metros quadrados.
Empresas brasileiras mais sensíveis ao corte da taxa Selic brilham neste início de semana.
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