B3 enquadra varejista e dá prazo para correção de ações
Companhia recebeu notificação da bolsa e poderá recorrer a um grupamento de ações para elevar a cotação.
💲 O Grupo Casas Bahia (BHIA3) anunciou na última quarta-feira (30), a integração total de suas operações logísticas sob a marca CB Full, visando otimizar o gerenciamento de fulfillment, transporte e operações logísticas.
Essa reestruturação é um movimento estratégico após três anos de investimentos robustos para aprimorar tecnologia e eficiência operacional, segundo comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Atualmente, a CB Full atende a uma vasta carteira de clientes, com mais de 25 parcerias na última milha de transporte e cerca de 40 contratos de armazenagem.
Essas operações têm projeções de gerar um GMV superior a R$ 1 bilhão em 2024, reafirmando a maturidade do modelo logístico da companhia e consolidando sua posição no mercado.
A empresa destaca que a nova unidade também lança o serviço Full Cross, uma solução para fornecedores que possibilita armazenar seus produtos diretamente na malha logística da Casas Bahia, antes mesmo de finalizarem vendas em canais próprios ou parceiros.
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Essa funcionalidade visa reduzir custos com estoques, evitar rupturas, e ampliar a variedade de produtos à disposição do consumidor, além de oferecer visibilidade em tempo real dos itens disponíveis.
A unificação sob a CB Full reflete a evolução das Casas Bahia para se tornar uma fornecedora de soluções logísticas avançadas, gerando valor não apenas para o próprio grupo, mas também para seus parceiros comerciais.
📊 Com essa estratégia, a varejista busca se consolidar como um player relevante em logística, oferecendo alternativas ágeis e inteligentes em um cenário de crescente demanda por eficiência no setor.
Companhia recebeu notificação da bolsa e poderá recorrer a um grupamento de ações para elevar a cotação.
Com o varejo físico fechado, o comércio online e sites estrangeiros conquistaram a preferência dos clientes.
A varejista comunicou à Justiça que os credores se uniram contra seus bens assim que o processo de recuperação judicial foi divulgado.
A decisão veio após a cúpula da varejista sofrer ameaças de um gestor de fundos credores, segundo apuração do Valor Econômico.
Entre os celulares, um Samsung Galaxy A07 4G de 128 GB aparece com lance de R$ 435.
Maior credora do grupo, a Zurich Minas Brasil, parceira em seguros para eletrônicos, tem aproximadamente R$ 1,97 bilhão a receber.
O pedido de recuperação judicial feito pela varejista só agravou a situação dos debenturistas.
Documento agora pode ser publicado no fim da próxima segunda (17), segundo fontes internas.
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