STF julga prisão de ex-presidente do BRB (BSLI4) nesta quarta-feira (22)
A análise deve ser concluída até as 23h59 da próxima sexta-feira (24).
🚨O Banco de Brasília - BRB (BSLI4) informou nesta segunda-feira (19), que possui plena capacidade de recompor seu capital caso sejam confirmados eventuais prejuízos em determinadas operações.
Em nota, a instituição controlada pelo governo do Distrito Federal afirmou que mantém um plano de capital estruturado para cenários de estresse, que não foi acionado até o momento.
Segundo o banco, não houve até agora qualquer comunicação ou determinação específica para aporte de capital por parte do Banco Central do Brasil ou de outros órgãos reguladores.
A instituição também destacou que segue acompanhando a situação de forma contínua.
As declarações do BRB ocorrem após informações divulgadas pela Coluna do Estadão indicarem que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, teria cobrado prazos para que o governo do Distrito Federal avaliasse um possível aporte de R$ 4 bilhões no banco.
Haddad também preside o CMN (Conselho Monetário Nacional) e acompanha as discussões relacionadas ao tema no Banco Central.
De acordo com a publicação, em conversas recentes, o ministro teria sido enfático quanto à necessidade de definição de um período para que o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, estabelecesse um eventual socorro financeiro à instituição.
Após a repercussão da reportagem, o Ministério da Fazenda informou que Haddad não tratou do assunto diretamente com o governo do DF ou com a diretoria do BRB. A pasta, no entanto, não comentou as discussões mantidas com o Banco Central.
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Na semana passada, o próprio BRB já havia reconhecido a possibilidade de aporte por parte de seu controlador.
Segundo o banco, caso seja confirmado algum prejuízo, o plano de capital prevê alternativas como aporte direto do governo do Distrito Federal ou o uso de outros instrumentos para recomposição do capital.
A instituição reforçou que essas opções já estão mapeadas e prontas para eventual utilização, caso se mostrem necessárias.
No fim do ano passado, durante acareação no Supremo Tribunal Federal, o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, afirmou que o banco não conseguiu recuperar cerca de R$ 2 bilhões aplicados no banco controlado por Daniel Vorcaro antes de o Banco Central decretar a liquidação extrajudicial da instituição privada em novembro.
O BRB chegou a apresentar uma oferta para adquirir parte do Banco Master em março do ano passado, mas a operação foi vetada pelo Banco Central em setembro.
Atualmente, segundo o banco estatal, o valor final do eventual prejuízo ainda está sob análise do regulador e de uma auditoria independente.
📊 Em nota, o BRB informou que trabalha em conjunto com o Banco Central e que todas as operações relacionadas à Operação Compliance Zero estão incluídas na investigação forense conduzida pelo escritório Machado Meyer, com suporte técnico da Kroll.
A análise deve ser concluída até as 23h59 da próxima sexta-feira (24).
O Banco de Brasília (BSLI4) comprou mais de R$ 12 bilhões em carteiras de crédito de Daniel Vorcaro.
Paulo Henrique Costa teria recebido propina para facilitar transações do BRB com o Master.
O relatório já foi enviado à PF, para a adoção das "eventuais medidas cabíveis".
O BRB pediu ao STF que ativos identificados nas investigações do caso Master sejam reservados para ressarcir as partes lesadas.
Durigan negou federalização, mas disse que bancos públicos poderiam comprar ativos do BRB.
Pedido envolve possível apoio da Caixa e empréstimo bilionário do FGC.
Ao menos outras nove empresas listadas na B3 também não apresentaram o balanço no prazo.
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