Brasil registra 6ª maior alta do PIB entre 45 países no início de 2026

O Brasil ficou à frente de países como Peru, Singapura, Filipinas e Finlândia.

Publicado em 29/05/2026 às 10:54h Publicado em 29/05/2026 às 10:54h por Elanny Vlaxio
O primeiro lugar é ocupado por Hong Kong (Imagem: Shutterstock)
O primeiro lugar é ocupado por Hong Kong (Imagem: Shutterstock)
O Brasil registrou a 6ª maior alta do PIB (Produto Interno Bruto) entre 45 países no primeiro trimestre de 2026, segundo levantamento da Austin Rating com base em dados oficiais das economias analisadas. O resultado veio após o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informar que o PIB brasileiro avançou 1,1% nos três primeiros meses do ano.
O Brasil ficou à frente de países como Peru, Singapura, Filipinas e Finlândia no ranking de crescimento econômico do período. O levantamento da Austin Rating mostrou que apenas Hong Kong, Taiwan, Dinamarca, Coreia do Sul e China tiveram desempenho superior ao brasileiro na comparação trimestral.
Ranking das maiores altas do PIB no 1º trimestre de 2026
  • Hong Kong: 2,9%;
  • Taiwan: 2,8%;
  • Dinamarca: 1,9%;
  • Coreia do Sul: 1,7%;
  • China: 1,3%;
  • Brasil: 1,1%;
  • Peru: 1%;
  • Cingapura: 1%;
  • Filipinas: 0,9%;
  • Finlândia: 0,9%.
Os números divulgados pelo IBGE mostraram que o avanço da economia brasileira foi impulsionado principalmente pelos setores de agropecuária e serviços. Pela ótica da demanda, o consumo das famílias e os investimentos também contribuíram para o desempenho positivo da atividade econômica no início do ano.
Na comparação com o primeiro trimestre de 2025, o PIB brasileiro cresceu 2,6%. Já no acumulado de quatro trimestres, a economia registrou expansão de 3,1%, em meio ao acompanhamento do mercado sobre inflação, juros e ritmo da atividade econômica no país.
Veja os principais destaques do PIB no 1º trimestre de 2026:
  • Serviços: 0,5%;
  • Indústria: 1,0%;
  • Agropecuária: 2,0%;
  • Consumo das famílias: 1,0%;
  • Consumo do governo: 0,4%;
  • Investimentos: 3,5%;
  • Exportações: -1,7%;
  • Importação: 4,4%.