PIB do Brasil cresce 1,1% no 1º trimestre, diz IBGE

O levantamento mostra ainda que a taxa de investimento da economia ficou em 17,8%.

Publicado em 29/05/2026 às 10:16h Publicado em 29/05/2026 às 10:16h por Elanny Vlaxio
Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, o PIB brasileiro avançou 2,6% (Imagem: Shutterstock)
Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, o PIB brasileiro avançou 2,6% (Imagem: Shutterstock)
A economia brasileira cresceu 1,1% no primeiro trimestre de 2026 em relação aos três meses anteriores, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O resultado do PIB (Produto Interno Bruto) veio após alta de 0,5% registrada no quarto trimestre de 2025.
Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, o PIB brasileiro avançou 2,6%, de acordo com o instituto. Já no acumulado de quatro trimestres, a economia do país apresentou crescimento de 3,1%.
Segundo o IBGE, o desempenho da economia no início do ano foi impulsionado principalmente pelo avanço da agropecuária e do setor de serviços. Pela ótica da demanda, o consumo das famílias e os investimentos também contribuíram para o resultado positivo do período.
“O crescimento do PIB, na série com ajuste sazonal, ficou próximo ao da Indústria, com os Serviços puxando o crescimento médio para baixo e a Agropecuária para cima. Não se pode somar resultados com ajuste sazonal mas, em linhas gerais, foi esse o perfil do crescimento por grupo de atividades no trimestre”, disse o coordenador de Contas Nacionais do IBGE, Ricardo Montes de Moraes. 
O levantamento mostra ainda que a taxa de investimento da economia ficou em 17,8% do PIB no primeiro trimestre, enquanto a taxa de poupança alcançou 16,3%. O resultado foi divulgado em meio ao acompanhamento do mercado sobre o ritmo da atividade econômica brasileira e os impactos da política monetária no país.

Veja os principais destaques do PIB no 1º trimestre de 2026:

  • Serviços: 0,5%;
  • Indústria: 1,0%;
  • Agropecuária: 2,0%;
  • Consumo das famílias: 1,0%;
  • Consumo do governo: 0,4%;
  • Investimentos: 3,5%;
  • Exportações: -1,7%;
  • Importação: 4,4%.