ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
💲 O Bitcoin (BTC), maior criptomoeda do mundo, atingiu um novo recorde nesta sexta-feira (22), alcançando impressionantes US$ 99.505 antes de recuar levemente.
O ativo digital está agora a um passo de ultrapassar o marco simbólico dos US$ 100 mil, gerando uma onda de otimismo no mercado global.
Desde a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, o mercado de criptomoedas tem experimentado um renascimento.
A expectativa de que a nova administração adote uma abordagem regulatória mais branda tem alimentado uma alta significativa no valor do Bitcoin.
Às 11h10 (horário de Nova York), a criptomoeda estava sendo negociada a US$ 98.644, refletindo o entusiasmo dos investidores.
A possível saída de Gary Gensler, presidente da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC), em janeiro de 2025, reforçou o otimismo.
Gensler, conhecido por sua postura rígida em relação às criptomoedas, poderá ser substituído por alguém mais alinhado à nova administração, que já cogita a criação de uma posição específica para políticas de ativos digitais na Casa Branca.
Trump, que no passado era cético em relação às criptomoedas, parece ter mudado de opinião.
Durante a campanha, ele sugeriu a criação de uma "reserva estratégica de Bitcoin" nos EUA, uma medida que poderia transformar ainda mais o cenário global de criptomoedas.
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O otimismo também reverberou em Wall Street, onde o interesse institucional por criptomoedas está crescendo.
Rick Wurster, CEO da Charles Schwab Corp., anunciou planos para oferecer negociação de Bitcoin assim que as incertezas regulatórias forem eliminadas.
A MicroStrategy, empresa famosa por acumular Bitcoin, revelou novos planos para aumentar suas aquisições do ativo digital.
Além disso, os ETFs de Bitcoin ganharam força com a injeção de mais de US$ 6,8 bilhões desde o dia da eleição.
Atualmente, 12 ETFs focados em Bitcoin acumulam mais de US$ 100 bilhões em ativos, consolidando ainda mais a criptomoeda como um player importante no mercado financeiro.
Chris Weston, chefe de pesquisa do Pepperstone Group, descreveu a alta atual como um “impulso absoluto”, destacando que o nível de US$ 100 mil se tornou um "ímã psicológico" para os investidores.
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Apesar do otimismo, a volatilidade do Bitcoin continua a ser uma preocupação para muitos investidores tradicionais.
Especialistas como Themis Themistocleous, da UBS Wealth Management, alertam que o Bitcoin ainda é uma classe de ativos difícil de ser avaliada, recomendando alternativas mais confiáveis, como ouro, para diversificação de portfólio.
O mercado de criptomoedas conseguiu se recuperar de um tumultuado 2022, marcado pelo colapso da FTX e maior escrutínio regulatório.
Contudo, a utilidade prática do Bitcoin e suas ligações com atividades ilícitas permanecem pontos de debate.
📈 Embora o marco de US$ 100 mil seja amplamente simbólico, ele representa um momento histórico para os entusiastas das criptomoedas e um desafio direto aos críticos.
Muitos especialistas acreditam que é apenas uma questão de tempo até que o Bitcoin atinja este nível, impulsionado por um cenário regulatório potencialmente favorável e pelo interesse crescente de investidores institucionais.
Com o mercado em alta, todas as atenções estão voltadas para o comportamento do Bitcoin nas próximas horas.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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