Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
O Bitcoin (BTC) foi negociado acima dos US$ 50 mil por volta das 13h desta segunda-feira (12). Foi a primeira vez desde 27 de dezembro de 2021 que a criptomoeda cruzou esta barreira.
🪙 Depois de atingir o pico de US$ 50.260 por volta das 13h30, o Bitcoin recuou um pouco. Ainda assim, subia mais de 3,3%, aos US$ 49.930, por volta das 14h55 desta segunda-feira (12).
Em reais, a criptomoeda era negociada por R$ 248.543 às 14h55. Na máxima do dia, alcançou R$ 249.998.
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📈 O Bitcoin já subiu mais de 16% em fevereiro. No acumulado do ano, a alta foi de 18,4% até esta segunda-feira (12).
A criptomoeda teve um início de ano positivo em função da aprovação pela SEC, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, dos ETFs de Bitcoin à vista. Depois, chegou a ter alguns momentos de baixa. Mas, agora, volta a se recuperar diante da expectativa de corte dos juros americanos.
A redução dos juros favorece ativos de risco mais elevado, como o Bitcoin, porque diminui a atratividade dos Treasuries americanos. Os juros nos Estados Unidos estão no patamar de 5,25% a 5,50%, mas o Fed (Federal Reserve) já indicou que deve cortar a taxa ao longo de 2024, caso a inflação caia de forma sustentável em direção à meta anual de 2%.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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