Bitcoin dispara e desponta como o melhor investimento do 3T26; veja ranking
A criptomoeda voltou a superar a marca dos US$ 80 mil, mas ainda acumula perdas no ano.
O Bitcoin (BTC) foi negociado acima dos US$ 50 mil por volta das 13h desta segunda-feira (12). Foi a primeira vez desde 27 de dezembro de 2021 que a criptomoeda cruzou esta barreira.
🪙 Depois de atingir o pico de US$ 50.260 por volta das 13h30, o Bitcoin recuou um pouco. Ainda assim, subia mais de 3,3%, aos US$ 49.930, por volta das 14h55 desta segunda-feira (12).
Em reais, a criptomoeda era negociada por R$ 248.543 às 14h55. Na máxima do dia, alcançou R$ 249.998.
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📈 O Bitcoin já subiu mais de 16% em fevereiro. No acumulado do ano, a alta foi de 18,4% até esta segunda-feira (12).
A criptomoeda teve um início de ano positivo em função da aprovação pela SEC, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, dos ETFs de Bitcoin à vista. Depois, chegou a ter alguns momentos de baixa. Mas, agora, volta a se recuperar diante da expectativa de corte dos juros americanos.
A redução dos juros favorece ativos de risco mais elevado, como o Bitcoin, porque diminui a atratividade dos Treasuries americanos. Os juros nos Estados Unidos estão no patamar de 5,25% a 5,50%, mas o Fed (Federal Reserve) já indicou que deve cortar a taxa ao longo de 2024, caso a inflação caia de forma sustentável em direção à meta anual de 2%.
A criptomoeda voltou a superar a marca dos US$ 80 mil, mas ainda acumula perdas no ano.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
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