Americanas (AMER3) consegue autorização para vender imóveis no Rio por R$ 130 milhões
A proposta de maior valor envolve um imóvel no bairro de Laranjeiras.
A Americanas (AMER3), em cumprimento ao plano de recuperação judicial, concluiu o processo de alienação das ações ordinárias e bônus de subscrição resultantes do agrupamento das frações de ações e bônus de subscrição existentes, conforme aprovado em assembleia geral extraordinária.
💻 O leilão resultou na alienação de 58.712 ações ordinárias e 1.919 bônus de subscrição, gerando um montante líquido de R$ 389.600,00 para as ações e R$ 9.500,00 para os bônus. Com isso, os valores arrecadados serão distribuídos aos acionistas detentores de frações de ações e bônus de subscrição até o próximo dia útil.
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Adicionalmente, o Conselho de Administração da Americanas passou por uma reestruturação, com a saída de Carlos Alberto Sicupira e Paulo Alberto Lemann, representantes dos acionistas de referência. Essa alteração ocorre em um momento posterior à retomada do controle da companhia pelos acionistas de referência.
✍️ As empresas ligadas aos principais acionistas da companhia exerceram seus direitos sobre 3.029.130 bônus de subscrição, convertendo-os em ações ordinárias e, consequentemente, aumentando sua participação no capital social da companhia. Tal movimento resultou na assunção do controle majoritário e na subsequente aprovação, em assembleia geral ordinária, de uma nova composição para o conselho, sendo:
A proposta de maior valor envolve um imóvel no bairro de Laranjeiras.
A varejista recebeu R$ 1,875 milhão pela venda de mais uma loja da Hortifruti Natural da Terra e chegou à 5ª de 10 unidades do contrato.
O objetivo é levantar ao menos R$ 129,9 milhões com a venda de 3 imóveis no Rio de Janeiro.
Expectativa é que acordo gere mais informações sobre esquema que provocou rombo bilionário.
A transação engloba a venda integral das operações de dez unidades deficitárias localizadas no estado de São Paulo.
Varejista divulgou balanço do segundo trimestre de 2026 nesta quarta-feira (12).
Despacho que autorizou buscas afirma que há indícios de que acionistas de referência tinham conhecimento das manipulações contábeis da companhia.
A empresa diz que as reclamações dos credores são antigas e já foram respondidas.
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