Oi (OIBR3): BTG recebe sinal verde da Justiça dos EUA em briga pela V.tal
Com a decisão, a companhia ganha espaço para avançar com a transação.
A V.Tal, subsidiária de fibra ótica da Oi (OIBR3), anunciou nesta quinta-feira (23) a sua entrada no setor de autoprodução de energia. Para viabilizar os projetos, a V.Tal se une a duas empresas experientes no ramo energético: Atlas Brasil Energia e Atiaia. A ampliação foi aprovada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para ambas as iniciativas.
📰 A parceria estratégica dará suporte à implementação dos projetos em Minas Gerais e Pernambuco, estados que oferecem condições favoráveis para a geração de energia solar, com alto potencial e infraestrutura adequada. O objetivo da empresa é fornecer energia para suas próprias operações.
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Conforme comunicado da V.Tal, a companhia irá constituir juntamente com a holding Atlas Brasil Energia, controlada pelo fundo de investimento GIP Helios, nove consórcios com o objetivo de viabilizar um projeto de autoprodução e futura exploração compartilhada.
🚨 O comunicado chega dias após a empresa informa a emissão de aproximadamente 14,9 bilhões de novas ações. A operação, prevista nos termos dos bônus, resultou na redução da participação acionária da Oi na V.tal de 31,21% para 17%. Segundo a V.tal, a finalidade da parceria é dar continuidade às relações comerciais e contratuais mútuas.
Com a decisão, a companhia ganha espaço para avançar com a transação.
A justiça do RJ prorrogou a suspensão de dívidas após recurso do Bradesco, que argumentou que a falência imediata prejudicaria credores.
A unidade de telefonia fixa da Oi foi arrematada por R$ 60,1 milhões pela Método Telecom.
A audiência ocorreu no contexto do processo competitivo para a venda da participação detida pela companhia.
A empresa destinou um total de R$ 140 milhões para quitar os créditos vencedores do leilão.
Entre as medidas determinadas está o arresto de todo crédito extraconcursal e concursal.
A Oi sustenta que os acionistas teriam exercido controle ou influência de forma abusiva, priorizando interesses próprios.
Valendo centavos, as ações ordinárias da Oi deixaram de ter uma negociação contínua na B3.
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