Conselho da Telefônica Brasil (VIVT3) aprova incorporação da FiBrasil; veja
A operação não resultará em aumento de capital nem na emissão de novas ações.
💲 A Telefônica Brasil (VIVT3), controladora da Vivo, anunciou uma proposta de reestruturação acionária que será submetida à aprovação dos acionistas em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) marcada para 13 de março de 2025.
O plano inclui um grupamento de ações seguido de um desdobramento, sem alteração no capital social da companhia.
O processo será realizado em duas etapas:
Com isso, a companhia busca ampliar a liquidez dos papéis no mercado e aprimorar a formação de preço, mantendo a quantidade total de valores mobiliários listados no mercado americano por meio dos American Depositary Receipts (ADRs).
De acordo com a Telefônica Brasil, a iniciativa visa trazer uma série de benefícios, incluindo:
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📊Se aprovada, a mudança pode influenciar positivamente a atratividade da ação no mercado, tornando-a mais acessível para diferentes perfis de investidores.
A reestruturação da Telefônica Brasil ocorre em um momento de intensa movimentação no setor de telecomunicações, onde empresas buscam otimizar seus processos e melhorar a percepção do mercado sobre seus papéis.
O desdobramento e o grupamento podem ser mecanismos estratégicos para tornar a VIVT3 mais competitiva e eficiente.
Agora, os investidores aguardam a Assembleia Geral Extraordinária para definir o futuro da proposta e os próximos passos da companhia.
A operação não resultará em aumento de capital nem na emissão de novas ações.
Com desconto de 17,5% de IR na fonte, o valor líquido distribuído será de R$ 189,75 milhões, o que representa R$ 0,059 por ação.
Pagadoras de dividendos de peso, como Itaú (ITUB4) e Telefônica Brasil (VIVT3) estão no final calendário em maio de 2026.
Com a transação, a dona da Vivo assumiu 100% da FiBrasil, consolidando integralmente a subsidiária em sua estrutura societária.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia até o dia 27 de maio.
Companhia detalha calendário e critérios para devolução de recursos aos investidores.
A operadora lucrou R$ 1,26 bilhão no 1T26, alta de 19%, impulsionada por pós-pago, fibra e investimentos de R$ 2 bilhões em 5G.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia ao final do pregão de 27 de abril de 2026.
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