Agenda de dividendos: 6 empresas têm datas-com esgotando na última semana do mês
Pagadoras de dividendos de peso, como Itaú (ITUB4) e Telefônica Brasil (VIVT3) estão no final calendário em maio de 2026.
📊 A Telefônica Brasil (VIVT3), dona da marca Vivo, está prestes a obter uma licença de serviços financeiros junto ao Banco Central, segundo o presidente-executivo da empresa, Christian Gebara.
Em entrevista a jornalistas após a divulgação dos resultados do segundo trimestre, Gebara afirmou: "Não saiu a licença, mas estamos na reta final".
Atualmente, a Telefônica Brasil utiliza a permissão de terceiros para oferecer produtos de crédito na modalidade "bank as a service".
Com a nova licença, a empresa poderá fornecer serviços financeiros diretamente aos clientes, o que permitirá uma redução de custos significativa.
A estratégia de diversificação de receitas da companhia tem sido uma prioridade, com investimentos mais conservadores em telecomunicações e a busca por novas áreas de crescimento, como saúde e entretenimento.
"Estamos crescendo em receitas que não precisam de capex (investimentos)", destacou Gebara.
📉 A relação de investimentos sobre receita da Telefônica Brasil foi reduzida de 15,9% no primeiro semestre de 2023 para 15,5% na primeira metade deste ano, refletindo a abordagem mais prudente da empresa em relação aos investimentos.
Com a nova licença do Banco Central, a Telefônica Brasil espera consolidar sua presença no setor financeiro, ampliando suas ofertas e proporcionando mais autonomia e eficiência em seus serviços.
Pagadoras de dividendos de peso, como Itaú (ITUB4) e Telefônica Brasil (VIVT3) estão no final calendário em maio de 2026.
Com a transação, a dona da Vivo assumiu 100% da FiBrasil, consolidando integralmente a subsidiária em sua estrutura societária.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia até o dia 27 de maio.
Companhia detalha calendário e critérios para devolução de recursos aos investidores.
A operadora lucrou R$ 1,26 bilhão no 1T26, alta de 19%, impulsionada por pós-pago, fibra e investimentos de R$ 2 bilhões em 5G.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia ao final do pregão de 27 de abril de 2026.
A operadora passou a oferecer parcelamento em até 21 vezes para a compra de aparelhos celulares, acessórios e eletrônicos em geral.
Mercado brasileiro mais concentrado ajuda desempenho da operadora; JP Morgan, porém, escolhe concorrente.
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