Telefônica Brasil (VIVT3) pagará R$ 500 mi em JCP; veja como receber
Receberão o pagamento os acionistas posicionados no papel até o fechamento de 27 de julho de 2026.
📊 A Telefônica Brasil (VIVT3), dona da marca Vivo, está prestes a obter uma licença de serviços financeiros junto ao Banco Central, segundo o presidente-executivo da empresa, Christian Gebara.
Em entrevista a jornalistas após a divulgação dos resultados do segundo trimestre, Gebara afirmou: "Não saiu a licença, mas estamos na reta final".
Atualmente, a Telefônica Brasil utiliza a permissão de terceiros para oferecer produtos de crédito na modalidade "bank as a service".
Com a nova licença, a empresa poderá fornecer serviços financeiros diretamente aos clientes, o que permitirá uma redução de custos significativa.
A estratégia de diversificação de receitas da companhia tem sido uma prioridade, com investimentos mais conservadores em telecomunicações e a busca por novas áreas de crescimento, como saúde e entretenimento.
"Estamos crescendo em receitas que não precisam de capex (investimentos)", destacou Gebara.
📉 A relação de investimentos sobre receita da Telefônica Brasil foi reduzida de 15,9% no primeiro semestre de 2023 para 15,5% na primeira metade deste ano, refletindo a abordagem mais prudente da empresa em relação aos investimentos.
Com a nova licença do Banco Central, a Telefônica Brasil espera consolidar sua presença no setor financeiro, ampliando suas ofertas e proporcionando mais autonomia e eficiência em seus serviços.
Receberão o pagamento os acionistas posicionados no papel até o fechamento de 27 de julho de 2026.
Operadora da marca de telefonia Vivo realiza reorganização societária e lista benefícios.
A operação não resultará em aumento de capital nem na emissão de novas ações.
Com desconto de 17,5% de IR na fonte, o valor líquido distribuído será de R$ 189,75 milhões, o que representa R$ 0,059 por ação.
Pagadoras de dividendos de peso, como Itaú (ITUB4) e Telefônica Brasil (VIVT3) estão no final calendário em maio de 2026.
Com a transação, a dona da Vivo assumiu 100% da FiBrasil, consolidando integralmente a subsidiária em sua estrutura societária.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia até o dia 27 de maio.
Companhia detalha calendário e critérios para devolução de recursos aos investidores.
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