Conselho da Telefônica Brasil (VIVT3) aprova incorporação da FiBrasil; veja
A operação não resultará em aumento de capital nem na emissão de novas ações.
A Telefônica Brasil (VIVT3) anunciou a aprovação do cancelamento de 34,7 milhões de ações ordinárias mantidas em tesouraria, o que representa 1,07% do capital social. As ações foram recompradas no âmbito do programa de recompra da empresa.
Com isso, o capital social passa a ser composto por 3,226 bilhões de ações ordinárias. A empresa realizará ainda uma Assembleia Geral para atualizar o Estatuto Social sobre o novo número de ações.
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🤑 A Telefônica também informou que, devido ao grupamento e desdobramento de ações ocorrido em 15 de abril de 2025, o limite máximo de ações permitidas no programa de recompra foi ajustado automaticamente.
"Em decorrência da efetivação do grupamento e subsequente desdobramento das ações de sua própria emissão, ocorrida em 15 de abril de 2025, foi automaticamente ajustada a quantidade máxima de ações que podem ser adquiridas no âmbito do programa de recompra de ações de emissão da companhia vigente", diz o comunicado.
No 1º trimestre de 2025, a Telefônica Brasil (VIVT3) reportou lucro líquido de R$ 1,06 bilhão, um avanço de 18,1% em relação ao mesmo intervalo do ano passado. O Ebitda (lucro antes juros) da operadora atingiu R$ 5,7 bilhões, crescimento de 8,1% na base anual entre janeiro e o fim de março.
💲 Para ter uma ideia se vale a pena investir na empresa neste momento: quem tivesse aplicado R$ 1 mil há um ano, hoje teria R$ 1.334,38, considerando a cotação atual da empresa, de R$ 4,27, segundo dados recentes do Investidor10.
A operação não resultará em aumento de capital nem na emissão de novas ações.
Com desconto de 17,5% de IR na fonte, o valor líquido distribuído será de R$ 189,75 milhões, o que representa R$ 0,059 por ação.
Pagadoras de dividendos de peso, como Itaú (ITUB4) e Telefônica Brasil (VIVT3) estão no final calendário em maio de 2026.
Com a transação, a dona da Vivo assumiu 100% da FiBrasil, consolidando integralmente a subsidiária em sua estrutura societária.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia até o dia 27 de maio.
Companhia detalha calendário e critérios para devolução de recursos aos investidores.
A operadora lucrou R$ 1,26 bilhão no 1T26, alta de 19%, impulsionada por pós-pago, fibra e investimentos de R$ 2 bilhões em 5G.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia ao final do pregão de 27 de abril de 2026.
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