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Nesta terça-feira (7), a SpaceX (SPCX34) passou a fazer parte do Nasdaq 100, o principal índice da bolsa de tecnologia dos Estados Unidos. A fabricante de foguetes entra para o indicador valendo cerca de 20% a mais que o valuation do IPO, realizado há cerca de um mês.
A estreia da empresa de Elon Musk também acontece em um contexto de mais tranquilidade, quando bancos e casas de análise puderam avaliar com mais calma os planos da companhia. Diante disso, a empresa acumula pelo menos seis recomendações de compra.
Um dos mais otimistas é o Morgan Stanley, que iniciou a cobertura da companhia com preço-alvo de US$ 300. Ou seja, na projeção da companhia, ela tem potencial para basicamente dobrar seu valor de mercado, passando dos atuais US$ 2,1 trilhões para US$ 4 trilhões.
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“Embora os contratos de ‘neocloud’ representem a maior parte dos negócios no curto prazo, vemos os serviços de IA de ponta a ponta como o modelo de negócios de longo prazo”, escreveram os analistas do Morgan Stanley, incluindo Adam Jonas, em uma nota.
A entrada no Nasdaq representa um carimbo de que o mercado confia nos planos da empresa. A novidade pode dar mais liquidez aos ativos da companhia, que hoje tem parte de suas ações com venda limitada por requisitos legais.
Além disso, é um importante indicador para os fundos de investimentos, que agora devem sair para comprar as ações. Segundo estimativa da Bloomberg Intelligence, a inclusão pode movimentar até US$ 5,4 bilhões por parte dos fundos.
Nesta terça, a companhia negocia seus ativos com alta de quase 0,7% na B3, onde estão disponíveis os BDRs. Cada unidade pode ser adquirida na faixa de R$ 54,70, conforme informações da organizadora da bolsa brasileira.
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