Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A SEC, Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, teve a sua conta invadida no X, ex-Twitter, nesta terça-feira (9). A invasão ocorre em meio à expectativa de que a reguladora americana aprove os ETFs de Bitcoin à vista, fundos negociados em Bolsa de Bitcoin à vista.
🪙Os hackers que invadiram a conta da SEC nesta terça-feira (9) usaram a página para anunciar a suposta aprovação dos ETFs de Bitcoin. Assim que recuperou o controle da conta, no entanto, a SEC informou que ainda não deu aval para o lançamento desses ativos e que aquela era uma postagem não autorizada.
O presidente da SEC, Gary Gensler, reforçou que ainda não dá decisão sobre o assunto. Na segunda-feira (8), ele já havia utilizado o X para fazer um alerta sobre os riscos de investir em criptoativos. Ele afirmou que esses investimentos são voláteis e muitas vezes são oferecidos por instituições que não cumprem a lei, o que reduz a proteção e o nível de informação disponível para os investidores.
Nesta terça-feira (9), a SEC voltou a fazer alertas sobre os riscos envolvendo criptoativos. O diretor do Escritório de Educação e Defesa de Investidores da SEC, Lori Schock, publicou um artigo na página oficial da reguladora dizendo que pode haver um "risco significativo" em ativos relativamente novos, como criptoativos e tokens.
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🗨️ "As criptomoedas podem ser a oportunidade nova e brilhante de hoje, mas há sérios riscos envolvidos. Proceda com cautela, faça pesquisas, avalie seus objetivos financeiros", escreveu Schock, recomendando os leitores a diversificarem seus investimentos.
Para parte do mercado, esses recados sucessivos sobre os riscos relacionados aos criptoativos parece um sinal de que a SEC está prestes a liberar o lançamento de ETFs de Bitcoin à vista. A expectativa é de que a decisão sobre o assunto saia até esta quarta-feira (10).
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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