Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A SEC, Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, está perto de decidir sobre o lançamento de fundos negociados em Bolsa de Bitcoin à vista. A expectativa do mercado é de que a SEC aprove os chamados ETFs de Bitcoin. Contudo, o presidente da SEC, Gary Gensler, fez alertas sobre o risco de investir em criptoativos nesta segunda-feira (8).
🪙 Em um post na rede social X, ex-Twitter, Gary Gensler disse que "os investimentos em criptoativos continuam sujeitos a riscos significativos". Ele afirmou que esses investimentos muitas vezes são voláteis e também apontou problemas nas plataformas e gestoras de criptoativos, as exchanges. Segundo Gensler, várias exchanges se tornaram insolventes ou perderam valor.
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Além disso, o presidente da SEC disse que quem oferece criptomoedas pode não estar cumprindo a lei, o que reduz a proteção e o nível de informação disponível para os investidores. Ele ainda falou sobre a ocorrência de fraudes envolvendo criptomoedas, como ofertas fraudulentas de moedas, esquemas Ponzi, pirâmides financeiras e até roubo.
Segundo Gary Gensler, os investidores devem ter em mente todos esses pontos ao pensar em investir em criptoativos. Para os entusiastas das criptomoedas, foi um recado de que a SEC pode estar prestes a liberar o lançamento dos ETFs de Bitcoin.
📈 Apesar dos alertas de Gensler, o Bitcoin opera em alta diante da expectativa de que os ETFs de Bitcoin entrem em breve no mercado. O criptoativo sobe mais de 6% e superou o patamar dos US$ 47 mil nesta segunda-feira (8). No Brasil, a moeda ultrapassa os R$ 229 mil.
Gestoras como BlackRock, Ark Invest e Fidelity pediram autorização da SEC para lançar ETFs de Bitcoin à vista. Analistas esperam que a SEC aprove os pedidos até quarta-feira (10).
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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