Bitcoin dispara 25% em uma semana e entra no ranking de 1% das maiores altas
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
O Méliuz (CASH3) comunicou ao mercado nesta quarta-feira (10) a implementação de uma estratégia de derivativos referente à venda de opções de venda garantidas por caixa (cash-secured put options) sobre Bitcoin (BTC), visando gerar rendimento incremental (yield) para os acionistas.
Segundo Marcio Penna, diretor de relações com investidores da companhia, a operação é estruturada de forma conservadora, sem alavancagem e integralmente lastreada em caixa, alinhada à política de tesouraria do Méliuz e inspirada em modelos de referência, como o da empresa japonesa Metaplanet Inc.
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A companhia brasileira informa que a estratégia é realizada em conjunto com parceiros estratégicos especializados em tais operações e que, atualmente, menos de 10% do caixa operacional mínimo está alocado como colateral.
Portanto, a estratégia visa monetizar a volatilidade do BTC, ampliando gradualmente as reservas de criptomoeda do CASH3, preservando sua solidez financeira.
Os resultados dessas operações serão divulgados de forma consolidada nas demonstrações financeiras trimestrais da empresa.
O Méliuz reforça seu posicionamento como Bitcoin Treasury Company, com objetivo de acumular Bitcoin de forma consistente e acretiva aos seus acionistas, sempre com disciplina financeira e estrito alinhamento às normas regulatórias.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
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