Do zero a trilhões de dólares: Entenda como o Bitcoin desafia a história do dinheiro
Entenda a história do Bitcoin, o papel do halving nos ciclos de preços e por que o ativo entrou no radar institucional.
🚨 Um levantamento da Chainalysis, empresa global de análise on-chain, revelou que o Brasil é o quinto país com maior adoção de criptomoedas no mundo, atrás apenas de Índia, Estados Unidos, Paquistão e Vietnã.
O dado reforça a posição do país como um dos polos emergentes da economia digital e coloca a América Latina entre as regiões que mais crescem no uso de ativos digitais.
O Índice Global de Adoção de Cripto é construído a partir de quatro sub-índices, que analisam como diferentes tipos de serviços e transações movimentam o mercado em cada país.
Os critérios são ajustados pelo PIB per capita com base na paridade do poder de compra (PPP), permitindo comparações equilibradas. Os quatro eixos analisados são:
Esse recorte mostra não apenas o volume de transações, mas também a penetração da criptoeconomia entre usuários de diferentes perfis — do varejo ao investidor institucional.
A região da Ásia e Pacífico (APAC) se consolidou como o principal centro global de criptomoedas, registrando um crescimento de 69% em adoção em relação a junho do ano anterior.
O volume transacionado saltou de US$ 1,4 trilhão para US$ 2,36 trilhões, impulsionado especialmente pela Índia, Vietnã e Paquistão.
Logo atrás, a América Latina registrou um avanço de 63%, seguida pela África Subsaariana, com 52%.
A conclusão da Chainalysis é que os ativos digitais estão se expandindo com mais força no Sul Global, onde a criptoeconomia é vista como ferramenta prática para pagamentos, proteção contra inflação e inclusão financeira.
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O estudo aponta que as stablecoins continuam dominando o mercado, com destaque para Tether (USDT) e USD Coin (USDC).
No entanto, moedas menores como EURC (lastreada em euro), PYUSD (do PayPal) e DAI (descentralizada) ganharam tração, impulsionadas pelo crescimento do uso institucional.
Empresas como Stripe, Mastercard e Visa já lançaram produtos que permitem gastos diretos com stablecoins, enquanto bancos tradicionais desenvolvem suas próprias versões.
Apesar disso, o bitcoin (BTC) ainda é o principal ponto de entrada para a criptoeconomia global, concentrando mais de US$ 4,6 trilhões em investimentos via moedas fiduciárias. Os Estados Unidos lideram essa estatística, com US$ 4,2 trilhões do volume mundial.
Com posição de destaque no ranking e crescimento acelerado da região, o Brasil se consolida como um dos mercados mais relevantes para a criptoeconomia.
📊 Fatores como uso em pagamentos, proteção contra a inflação e popularidade das exchanges locais ajudam a explicar a forte adesão no país.
Entenda a história do Bitcoin, o papel do halving nos ciclos de preços e por que o ativo entrou no radar institucional.
Perfis de investidores selecionados poderão negociar contratos derivativos, prevendo eventos para cada ativo.
Questões geopolíticas no Oriente Médio também ditam os preços das criptomoedas na semana.
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A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
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