PSD oficializa Caiado como candidato à Presidência com Kassab na chapa como vice

O ex-governador de Goiás se colocou como 3ª via e criticou Lula e Flávio por atacarem em vez de debater os problemas do país.

Publicado em 26/07/2026 às 17:48h Publicado em 26/07/2026 às 17:48h por Matheus Silva
Gilberto Kassab foi confirmado como candidato a vice na chapa (Imagem: Cristian Ark / Governo de Goiás)
Gilberto Kassab foi confirmado como candidato a vice na chapa (Imagem: Cristian Ark / Governo de Goiás)
🚨O PSD oficializou neste domingo (26) a candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência da República em convenção realizada na sede do partido, em São Paulo. O presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, foi confirmado como candidato a vice na chapa.
Em discurso, o ex-governador de Goiás reforçou a estratégia de se apresentar como uma terceira via e afirmou que tanto Lula (PT) quanto Flávio Bolsonaro (PL), que lideram as pesquisas de intenção de voto, recorrem a agressões para desviar a atenção dos principais desafios do Brasil.
"Eu não seria candidato se não fosse a coragem de Gilberto Kassab, que enfrentou todos aqueles que achavam que podiam calar o país e que não teria mais nenhum candidato fora da polarização", disse Caiado. 
"O atual presidente quer, de toda maneira, provocar o presidente dos Estados Unidos. Do outro lado, as mesmas agressões acontecendo, insultando autoridades", afirmou.

Esta é a segunda candidatura de Caiado à Presidência

Ao longo de sua carreira política, Caiado foi deputado federal, senador e governador de Goiás por dois mandatos. Em 1989, disputou a Presidência pela primeira vez e terminou a eleição em 10º lugar.
Em entrevista recente ao Money Times, Caiado afirmou ter certeza de que seus principais adversários na corrida eleitoral tentam se beneficiar politicamente da aplicação do novo tarifaço dos EUA sobre produtos brasileiros. 
Na avaliação do ex-governador, Lula tenta reproduzir no Brasil o clima de hostilidade contra Donald Trump que garantiu a reeleição de governantes em países como Canadá e Austrália. 
📈Já Flávio Bolsonaro, segundo ele, se movimentou para tentar adiar a taxação norte-americana para 2027, quando pretende assumir a presidência do Brasil.