PETR3 não carregou IBOV sozinha nas costas, pois petróleo mais atrapalhou
Petroleiras listadas na B3 subiram forte, mas demais setores caíram com pressão nos custos.
🎐O presidente da Petrobras (PETR4), Jean Paul Prates, informou hoje que está revitalizando o prédio sede da Petrobras no Rio Grande do Norte (Edirn) para servir de apoio à diretoria de Transição Energética e Sustentabilidade e se tornar a sede do polo eólico offshore (construído no mar) da estatal, previsto para o final da década.
Será também "fundamental no seguimento de prospecção da Margem Equatorial", publicou no X, antigo Twitter.
"Fizemos nesta segunda-feira uma vistoria técnica ao Bloco K do Edifício Sede Rio Grande do Norte da Petrobras, em Natal. O prédio vai ser uma das unidades de apoio da nossa diretoria de Transição Energética e Sustentabilidade e a sede do polo eólico offshore que vamos entregar logo mais", pontuou.
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A Petrobras iniciou estudos de viabilidade para implantação da atividade eólica offshore no Rio Grande do Norte há dez anos, com a instalação da primeira torre capaz de medir características do vento no mar do Brasil, em uma plataforma instalada em águas rasas no litoral do estado. O resultado desse estudo, no entanto, nunca foi divulgado.
De acordo com Prates, os investimentos em eólica offshore no Brasil podem atingir R$ 300 bilhões nos próximos 30 anos, e o Norte e Nordeste devem liderar esse movimento, assim como da produção de hidrogênio verde, que precisa de energia limpa, conforme apurado pelo Estadão.
A Petrobras e o Senai do Rio Grande do Norte assinaram protocolo de intenções para desenvolver ações e estratégias voltadas à transição energética, energias renováveis e descarbonização no Brasil. Um dos possíveis desdobramentos será a ampliação e o aprofundamento do mapeamento do potencial eólico offshore na Margem Equatorial brasileira.
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