Petrobras (PETR4) quer entrar no mercado de minerais críticos
A estatal fez uma parceria com o BNDES para iniciar os estudos e o desenvolvimento de tecnologia no setor.
A Petrobras (PETR4) anunciou que pretende perfurar 15 novos poços na Margem Equatorial brasileira nos próximos cinco anos, conforme seu plano estratégico divulgado na última quinta-feira (21).
A companhia também prevê a perfuração de 25 poços nas bacias do Sudeste, totalizando um investimento ainda maior em exploração e produção.
No total, a empresa destinará um investimento de US$ 7,9 bilhões ao longo dos próximos cinco anos para a exploração de novas reservas de petróleo e gás. Esse montante será utilizado para a perfuração de 51 poços, distribuídos da seguinte forma: 25 nas bacias do Sul e Sudeste, 15 na Margem Equatorial e 11 em outras localidades.
Além disso, aPETR4 destinará um investimento total de US$ 7,9 bilhões para exploração, com foco em diversas regiões. Desse montante, US$ 3,2 bilhões serão aplicados nas bacias de Campos, Santos, Pelotas e Espírito Santo, enquanto US$ 3 bilhões serão direcionados para a Margem Equatorial.
Leia também: O que é a margem equatorial e por que a Petrobras (PETR4) está de olho na região
Adicionalmente, a companhia investirá US$ 1,7 bilhão em projetos em outros países, como Colômbia, São Tomé e Príncipe, África do Sul, Argentina e Bolívia, com destaque para a exploração terrestre na Argentina e Bolívia.
A Petrobras informou ainda que duas descobertas na bacia Potiguar, localizada na Margem Equatorial, estão em fase de avaliação. A companhia também se mostrou preparada para iniciar as atividades de perfuração na bacia da Foz do Amazonas, denominada pela empresa como "Amapá Águas Profundas", assim que a licença ambiental for concedida.
Com essas iniciativas, a Petrobras busca repor suas reservas, uma vez que os grandes campos do pré-sal devem apresentar declínio na produção a partir de 2030. Mais detalhes sobre essa estratégia serão apresentados no próximo Plano Estratégico (2026-2030).
Cabe citar que, no mesmo dia do anúncio, o MPF (Ministério Público Federal) do Amapá determinou que o Ibama exija mais estudos da Petrobras para a exploração de petróleo na Foz do Amazonas e emita uma decisão final sobre o licenciamento.
A estatal fez uma parceria com o BNDES para iniciar os estudos e o desenvolvimento de tecnologia no setor.
Após o aval, a empresa entra na etapa final para assinar os contratos, planejando dar início às obras até o encerramento de 2026.
Esta é a 1ª parcela do subsídio que busca conter preços dos combustíveis durante guerra EUA-Irã.
O lote comercializado totalizou 3,8 mil metros cúbicos.
O pagamento será realizado em 22 de junho de 2026.
Bolsas nos EUA e Europa dispararam, com o Dow Jones renovando sua máxima histórica em um dia de ganhos generalizados no exterior.
A diretoria da Petrobras volta a despachar do prédio na próxima quarta-feira (17).
A Petrobras deve fechar outras parcerias com a Pemex este mês, durante a visita do presidente da empresa, Juan Carlos Carpio.
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