Ações da Oi (OIBR3) serão excluídas da B3; veja impacto para investidores
A B3 decidiu cancelar a listagem da Oi, devido à falência da operadora.
💲 A Oi (OIBR3), que já foi uma das maiores referências em telecomunicações no Brasil, segue em busca de soluções para se reestruturar financeiramente.
Em mais um capítulo do segundo processo de recuperação judicial que enfrenta, a empresa anunciou a data de leilão dos seus ativos de TV por assinatura: 10 de fevereiro.
A decisão foi formalizada pelo juízo responsável pelo caso, que determinou que o processo ocorrerá em formato competitivo, com a apresentação de propostas lacradas durante a audiência.
Os ativos de TV por assinatura da Oi, que já foram uma parte importante do portfólio da companhia, estão sendo negociados como parte da estratégia de levantar recursos e reduzir dívidas.
A venda desses ativos pode significar um passo importante na reestruturação financeira da empresa, que tenta se reposicionar em um mercado cada vez mais competitivo.
Para os acionistas, a notícia pode trazer expectativas quanto à entrada de novos recursos no caixa da empresa, que atualmente lida com dívidas expressivas.
Por outro lado, a alienação de ativos também levanta questões sobre como a Oi pretende manter relevância no setor.
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A Oi, que já foi considerada uma “campeã nacional” do setor, enfrenta o desafio de provar que pode superar as dificuldades e se reinventar.
📊 A venda dos ativos de TV por assinatura pode representar uma oportunidade de enxugar operações e focar em áreas mais estratégicas, como fibra ótica e conectividade.
A B3 decidiu cancelar a listagem da Oi, devido à falência da operadora.
Para que a transação seja 100% concluída, o processo ainda precisa cumprir etapas burocráticas.
A CVM iniciou julgamento de cinco ex-diretores por irregularidades contábeis de 2015 e 2016, com dois já condenados a R$ 400 mil cada.
O TJ-RJ rejeitou recursos de credores nesta terça-feira (25) e decretou a falência definitiva da operadora, encerrando sua recuperação judicial.
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
Empresa em recuperação judicial ainda precisa cumprir rito burocrático para concluir a transação.
De acordo com a manifestação, essa redução poderá tornar a operação da empresa financeiramente insustentável.
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