Oi (OIBR3) não divulgará balanços do 1T26 e 2T26 e ainda deve números de 2025
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
A segunda rodada do leilão da Oi Fibra foi agendada para o dia 25 de setembro, às 14h (horário de Brasília), na 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. A decisão foi tomada pela juíza Caroline Rossy Brandao Fonseca, responsável pelo processo de recuperação judicial da Oi (OIBR3).
📞 Como parte do processo de recuperação judicial da Oi, uma nova tentativa de venda da Oi Fibra será realizada em setembro. A primeira rodada, em julho, não teve sucesso devido à proposta da Ligga, que ficou abaixo do valor mínimo estabelecido pelos credores.
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A segunda rodada do leilão da Oi Fibra apresenta algumas mudanças em relação à primeira. Desta vez, não há um valor mínimo estabelecido para a venda, e as formas de pagamento foram ampliadas, permitindo a troca por ativos ou o cancelamento de dívidas. Além disso, a Oi Fibra só poderá ser vendida como um todo.
📱 A V.tal atua como um plano B para a aquisição da Oi Fibra. Dito isso, caso nenhum outro comprador seja encontrado na segunda rodada do leilão, a empresa de infraestrutura assumirá a operação. Adicionalmente, as empresas interessadas em participar do processo têm um prazo de sete dias úteis, a partir da publicação do edital pela Oi, para formalizar sua participação.
Os candidatos habilitados deverão apresentar suas propostas fechadas no dia do leilão, 25 de setembro, já a abertura das propostas ocorrerá durante a audiência. Com isso, a expectativa é que toda a transação seja concluída até o final deste ano.
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
Empresa em recuperação judicial ainda precisa cumprir rito burocrático para concluir a transação.
De acordo com a manifestação, essa redução poderá tornar a operação da empresa financeiramente insustentável.
Os recursos contestam a decisão da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro.
Victor Adler e pessoas vinculadas passaram a possuir 122 mil ações preferenciais da Oi.
A decisão manteve a liquidação ordenada dos ativos pelo gestor judicial até o julgamento do mérito dos recursos.
A empresa divulgou a informação na última terça-feira (12).
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