Big tech dispara 20%, faz história e entra para clube do trilhão
Alta histórica da fabricante de chips foi impulsionada por revisão otimista do UBS e avanço da inteligência artificial.
Nem a bolsa de valores Nasdaq operando no vermelho foi capaz de conter o avanço da Micron (MUTC34). A big tech terminou o pregão com alta de 15%, enquanto Wall Street acumulava perdas importantes ao longo do dia.
Na B3, onde estão disponíveis os BDRs da companhia, os ativos são negociados por R$ 1.040. No acumulado deste ano, a valorização já passa de 260%, conforme dados da bolsa brasileira.
O movimento de forte alta veio em decorrência do balanço financeiro da companhia, que reportou um lucro acima das projeções do mercado. No terceiro trimestre fiscal de 2026, a empresa registrou lucro de US$ 25,11 bilhões, enquanto a expectativa era de cerca de US$ 20,78 bilhões.
O mesmo resultado favorável foi visto nas receitas da companhia, que somaram US$ 41 bilhões no mesmo período. A projeção dos analistas também era mais conservadora, de US$ 35 bilhões.
Leia mais: Bradsaúde (SAUD3) anuncia o seu 1º provento; veja os detalhes do JCP
A empresa também viu prosperar os contratos de longo prazo, sobretudo os ligados a data centers. Nesses casos, já são 16 parcerias fechadas com grandes empresas, o que implica uma previsibilidade de US$ 100 bilhões em receitas futuras.
A companhia se consolidou como uma das maiores fornecedoras de componentes eletrônicos do mundo em um momento de encarecimento desses produtos. A alta dos preços pressiona os clientes, mas amplia as margens de lucro da fabricante.
Com isso, outras empresas do mesmo setor também apresentaram desempenho positivo. É o caso da SanDisk, que, apenas hoje, avançou cerca de 21% no pregão, levando suas ações a US$ 2,3 mil.
No mês passado, a própria Micron já havia feito história ao disparar quase 20% em um único pregão e superar US$ 1 trilhão em valor de mercado. Hoje, a companhia soma cerca de US$ 1,3 trilhão, conforme dados do Companies Market Cap.
Alta histórica da fabricante de chips foi impulsionada por revisão otimista do UBS e avanço da inteligência artificial.
Veja a lista de companhias brasileiras que podem garantir uma boa renda passiva
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Uma varejista surfou o mês embalada por troca em seu conselho de administração e uma companhia área tem perdido bastante valor de mercado
Einar Rivero, CEO da Elos Ayla, revela a rentabilidade dos principais investimentos em novembro e nos últimos 12 meses.
Índice de BDRs, carteira de empresas estrangeiras com ações listadas no Brasil, entrega quase 6% ao mês.
Indicadores fundamentalistas favoráveis e cenário de dólar acima dos R$ 6 dão indícios para a ação que já disparou +45% em 20224
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?