ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Pela primeira vez na história, o valor de mercado das criptomoedas se aproxima de US$ 4 trilhões, marca antes só vista recentemente pela fabricante americana de chips Nvidia (NVDA), que aproveita forte demanda em inteligência artificial.
Já no caso dos criptoativos, em especial o Bitcoin (BTC), que sozinho ostenta capitalização de US$ 2,3 trilhões, tamanho rali altista está vindo de grandes fortunas em Wall Street, que estão abraçando rapidamente o uso das moedas virtuais em suas estratégias de investimentos.
Esse apetite dos investidores institucionais pelas criptomoedas em 2025 é explicado pelos avanços regulatórios nos Estados Unidos, bancados principalmente sobre a influência do presidente americano Donald Trump.
Inclusive, seu conglomerado tecnológico, a Trump Media (DJT), tenta lançar o seu próprio ETF cripto, composto por cinco ativos: Bitcoin, Ethereum (ETH), Solana (SOL), Cronos (CRO) e Ripple (XRP).
Leia mais: Ethereum (ETH), a 2ª criptomoeda mais valiosa, também vive rali de alta?
O gatilho mais recente, que tem até promovido a consolidação de uma altseason em julho, tem sido os três projetos de lei no Congresso dos EUA, que podem destravar ainda mais valor ao mercado cripto.
Conforme apuração do Investidor10, as criptomoedas alternativas já apresentam ganhos de quase +700% nos últimos 90 dias, bem superiores à rentabilidade de +40% entregue pelo Bitcoin no período.
Na avaliação dos especialistas, além dos fatores regulatórios nos EUA e do próprio avanço do Bitcoin, que acaba arrastando as demais criptomoedas em geral, o movimento de dólar mais fraco no mundo, evidenciado pelo menor patamar desde 2022 para o índice DXY (o dólar ante moedas de países desenvolvidos), favorece a continuidade do rali altista ao mercado cripto.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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