Magazine Luiza (MGLU3) agenda dividendos de R$ 63 milhões em 2026
Varejista pagará remuneração aos acionistas utilizando até a reserva de lucros acumulada em anos.
Durante o período de janeiro a março, a Magazine Luiza (MGLU3) reduziu seu endividamento em R$ 3 bilhões, eliminando completamente a dívida de curto prazo. O CEO Frederico Trajano informou em uma teleconferência com analistas na última sexta-feira que os próximos vencimentos de dívidas com bancos estão programados para o final de 2025.
💸 No final de abril, houve o pagamento de R$ 2,1 bilhões em notas promissórias, incluindo amortização e juros. Em janeiro, aproximadamente R$ 900 milhões em debêntures foram liquidados, também considerando amortização e juros. Este último pagamento foi realizado com recursos provenientes do recente aumento de capital privado de R$ 1,25 bilhão.
Leia também: Magazine Luiza (MGLU3) reverte prejuízo e lucra R$ 29,8 mi no 1º tri.
Durante a conversa com analistas, Trajano abordou o cenário de outras empresas enfrentando dificuldades, sem mencionar qualquer concorrente específico. Apesar desse contexto desafiador, ele afirmou que a empresa conseguiu melhorar seus principais indicadores com esforço. A margem e o lucro evoluíram de janeiro a março.
💰 Trajano enfatizou a importância da operação das lojas físicas, algo que costuma ser questionado em períodos de crise. Ele destacou que o primeiro trimestre registrou o melhor desempenho das lojas físicas em dois anos e meio, com as vendas "mesmas lojas" (em funcionamento há mais de um ano) aumentando 9%.
Em relação ao Difal, o diferencial de alíquota do ICMS, que começou a ser cobrado após uma decisão do STF no ano passado, a empresa começou a repassar uma parcela maior disso para os preços no segundo semestre. Portanto, ele afirmou que haverá uma base mais estável para o crescimento nos próximos meses
Varejista pagará remuneração aos acionistas utilizando até a reserva de lucros acumulada em anos.
Moeda americana está perdendo força no mundo e parte do capital está indo aos emergentes (inclusive o Brasil).
Financeira do Magalu é autorizada pelo Banco Central a emitir títulos de dívidas que remuneram juros compostos.
A proposta está na pauta da assembleia de acionistas convocada para o dia 23 de abril.
Magalu Cloud, serviço de dados em nuvem da varejista, já soma 1200 clientes externos, entre os quais a Rede Globo.
O aumento ocorre dentro do limite do capital autorizado previsto no estatuto social.
Instalada no Conjunto Nacional, nova Galeria Magalu reúne Netshoes, KaBum!, Época Cosméticos em mais de 4 mil metros quadrados.
Empresas brasileiras mais sensíveis ao corte da taxa Selic brilham neste início de semana.
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