IBOV corrige 13% no pós-Eleições 2026; só MGLU3 e HAPV3 derretem quase 60%
O day after da vitória de Lula sobre Flávio Bolsonaro traz intensa reprecificação na bolsa de valores brasileira.
Quem passar pelo Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, vai se deparar com uma grande novidade. O lugar que antes era ocupado pela Livraria Cultura agora é palco de uma das maiores lojas do Magazine Luíza (MGLU3).
O espaço foi criado como uma megaloja que reúne todas as marcas do grupo varejista. Portanto, é possível encontrar as cinco subsidiárias: Magalu, Netshoes, Época Cosméticos, KaBum! e Estante Virtual.
A nova unidade está espalhada por 4 mil metros quadrados e foi denominada Galeria Magalu. A ideia é que o local receba até 90 mil clientes por mês, aproveitando o movimento que a principal avenida de São Paulo registra todos os dias.
“Há muito tempo, sonhávamos com uma loja na Avenida Paulista, o endereço mais conhecido da maior cidade do Brasil”, destacou Luíza Helena Trajano, presidente do Conselho de Administração. “Agora, esse sonho se realiza de uma forma muito especial, com ousadia, inovação e inclusão”, continuou.
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Essa é a primeira das milhares de lojas que a companhia deseja converter nos próximos anos, trazendo todas as marcas para um mesmo espaço. A empresa já havia feito um projeto-piloto só com o KaBuM e Netshoes anteriormente, na Marginal Tietê, e agora decidiu ampliar com os outros símbolos do grupo.
“O Magalu era multicanal, mas todo o nosso ecossistema ainda não. Faltava a gente levar esse conceito para essas empresas que compramos nesse último ciclo de cinco anos. E agora a gente materializa essa prática”, destacou Frederico Trajano, CEO do Magalu, em entrevista ao NeoFeed.
Além do espaço de venda, o Magalu manteve as opções culturais, com o Teatro YouTube e uma galeria de arte. Também está disponível uma unidade da We Coffee como opção de alimentação para os frequentadores do espaço.
“Assim como foi um diferencial estratégico o Magalu ser um líder em eletroeletrônicos nas categorias tradicionais, a gente agora leva esse diferencial estratégico de canais de vendas para as nossas marcas. Ter a presença física faz diferença”, complementa o executivo.
A aposta da Magalu nesse novo formato se fundamenta em várias questões que permeiam o modelo de negócio da companhia. Estima-se que quase metade de tudo que é comprado pela internet seja retirada na loja física ou ao menos seja enviada aos consumidores a partir da unidade mais próxima da residência.
Por isso, a existência de um lugar onde os consumidores possam não apenas retirar produtos, mas também ter uma experiência diferente pode aumentar o ticket médio de compras. Além disso, abre espaço para que a empresa comece a lucrar com estratégias de branded commerce, em que recebe para divulgar outras marcas.
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O principal índice acionário brasileiro recobrou a região dos 208 mil pontos e se aproxima de topo histórico.
O Magalu vai vender eletrodomésticos, eletroeletrônicos e móveis na Shopee, além de games e produtos de informática da KaBum!.
Em resposta, a varejista ressaltou o cumprimento das normas de divulgação.
O Itaú BBA elevou o Magazine Luiza para compra e calculou que cada corte de 1 ponto nos juros soma cerca de 11% ao lucro por ação.
Ações da varejista encerraram o mês a R$ 7,46, impulsionadas por juros e notícias corporativas.
A Anvisa liberou a venda e distribuição de medicamentos na plataforma digital do Magalu.
Acordo amplia os canais de venda do Magazine Luíza e pode trazer novos clientes, segundo a XP.
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