ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Nesta sexta-feira (29), o Bitcoin (BTC)opera com baixa de 3,4%, depois de perder o patamar dos US$ 109 mil. Durante os últimos 30 dias, o recuo passa de 8%, segundo dados dos monitores de criptomoedas.
Na análise do JP Morgan, o principal token digital do mercado está sendo negociado com um desconto expressiva. Eles acreditam que o patamar exato do Bitcoin para este ano é de US$ 126 mil.
Os analistas do banco norte-americano ponderam que a cripto pode atingir essa cotação até o final de 2025. Se confirmada a previsão, essa será uma marca recorde para o ativo na série histórica.
“O preço do BTC parece muito baixo em comparação com o ouro, já que a volatilidade do Bitcoin atinge níveis historicamente baixos”, diz o relatório assinado por Nikolaos Panigirtzoglou. “É realista esperar que as alocações em Bitcoin por investidores institucionais possam se igualar às de classes de ativos concorrentes, como o ouro, se houver convergência nas volatilidades”, diz.
Leia mais: Como criptomoedas lastreadas no dólar destravam recorde ao Ethereum (ETH)?
O Bitcoin é um ativo historicamente volátil, já que está suscetível às diferentes variações que ocorrem no mercado internacional. No entanto, essa característica tem se diminuído nos últimos anos, dada a entrada das instituições financeiras tradicionais, e o alto volume de aportes feitos no ativo.
Foram criados diversos ETFs que estão atrelados à cripto, além delas serem incluídas como estratégia em vários fundos de investimentos. Além disso, também há os casos das empresas listadas nas bolsas de valores que passaram a incluir o BTC como reserva de caixa.
No Brasil, o caso mais recente deste modelo vem da Meliuz (CASH3) que comprou mais de 595 unidades de Bitcoin, a um preço médio de US$ 102,7 mil. Essas e outras questões fazem os analistas esperar que as quedas sejam cada vez menos drásticas nos próximos ciclos.
“Um dos acontecimentos marcantes deste ano foi o colapso da volatilidade do Bitcoin de quase 60% no início do ano para um nível historicamente baixo de 30% atualmente”, acrescentou a nota do banco. “Acreditamos que um fator por trás do colapso da volatilidade do Bitcoin foi a aceleração das compras de Bitcoin por tesourarias corporativas”, conclui.
No Brasil, o token é negociado por R$ 590 mil nesta quinta, o que representa uma valorização quase nula neste ano. No entanto, considerando os últimos 12 meses, a valorização chega a 75%, quase 18 vezes mais que o Ibovespa (IBOV).
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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