Prio (PRIO3) dispara e vira a 3ª ação mais negociada da B3 em março; veja ranking
Salto ocorre em meio à alta do petróleo e ao início da produção no Campo de Wahoo.
🛢️ Após décadas do governo iraniano financiando grupos terroristas contra o Estado de Israel, pelo terceiro dia consecutivo neste domingo (15), os israelenses retaliam o Irã com ataques aéreos que acabaram destruindo duas refinarias de petróleo, o que pode acelerar ainda mais a disparada dos preços da commodity no mercado internacional e beneficiar as ações de petroleiras.
Está evidente que a estratégia do exército israelense é sufocar a indústria energética iraniana, um dos poucos setores que ainda sustenta a economia do país, amplamente sancionado por potenciais ocidentais, em especial, os Estados Unidos, desde a Revolução de 1979.
O próprio exército de Israel publica em suas redes sociais alerta para que os iranianos evacuassem instalações energéticas e fábricas de armas, o que evidencia a possibilidade de novas ofensivas de ataques aéreos. O governo israelense admite que 14 pessoas já morreram no país desde a última sexta-feira, e que 390 ficaram feridas.
Até o momento, as retaliações israelenses contra o território iraniano já deixaram 406 mortos, além de 654 feridos, conforme dados do grupo de direitos humanos Human Right Activists, sediado na capital dos EUA. Já o governo iraniano não divulgou o número total de vítimas no conflito.
💣 A perspectiva de um novo acordo nuclear entre Irã e EUA sofreu um revés crítico desde a última sexta-feira (13), após o governo dos aiatolás anunciar a suspensão das negociações em resposta às retaliações israelenses, que já abateu membros da cúpula militar de Teerã.
O próprio presidente americano Donald Trump vetou nos últimos dias um plano de seus aliados israelenses para matar o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.
Vale mencionar que o Estado de Israel é o único país no Oriente Médio em posse de armas nucleares, embora não declaradas oficialmente, cujo objetivo da ofensiva armada iniciada há três dias é atrasar ao máximo o programa nuclear iraniano que visa ter a sua própria bomba atômica, já que o país possui instalações de enriquecimento de urânio.
Explosões sacudiram a capital do Irã, Teerã, por volta do meio-dia e novamente por volta das 15h30 no horário local neste domingo. Sirenes soaram em grande parte de Israel por volta das 16h, alertando para o primeiro ataque iraniano durante o dia desde o início dos combates. Mais sirenes soaram por volta das 20h30.
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Conforme já noticiamos aqui no Investidor10, à medida que o conflito armado aumenta no Oriente Médio, também crescem as chances da cotação de petróleo alcançarem patamares mais caros, o que pode mexer diretamente com o valuation das petroleiras listadas na B3, como, por exemplo, a Petrobras (PETR4).
O banco americano Goldman Sachs já projeta que, em caso de disrupções prolongadas na região — envolvendo principalmente o Estreito de Ormuz, por onde passam 20% da produção global — os preços podem facilmente superar os US$ 100 por barril.
O relatório da equipe de commodities do Goldman, assinado por Daan Struyven, aponta que, embora um bloqueio total da região ainda seja improvável, o mercado precifica com mais intensidade o risco de interrupções nas exportações.
Embora as ações da Petrobras tenham se valorizado quase +12% só nos últimos cinco dias, além de estarem prestes a distribuir dividendos de R$ 0,35 por ação, os analistas do BTG Pactual mantém preferência de investimento nos papéis da petroleira júnior Prio (PRIO3), cujo ganho de capital no mesmo período foi de apenas +3,5%.
🚀 No caso, o banco adota uma recomendação de compra para PRIO3, com preço teto de R$ 65 por ação, um potencial de valorização de +48% ante o valor de fechamento a R$ 43,49 por ação no último dia 13 de junho.
Analistas do BTG Pactual também estão otimistas com a tese de investimento em PETR4, estipulando o preço teto de R$ 44 por ação, o que entregaria o retorno de +35% ante o valor de fechamento a R$ 32,53 na sexta-feira.
Salto ocorre em meio à alta do petróleo e ao início da produção no Campo de Wahoo.
Petroleira júnior que compra campos maduros das mãos da Petrobras anuncia novo poço em Wahoo.
Petroleira júnior, que compra campos maduros de exploração da Petrobras, está vendendo mais.
Segundo fato relevante da companhia, o cronograma de abertura dos demais poços segue conforme previsto.
A empresa concluiu a abertura do primeiro poço produtor de Wahoo e já planeja outros três.
O anúncio foi feito na última segunda-feira (16) por meio de fato relevante.
Apesar da queda na produção, as vendas de óleo totalizaram 4.286.374 barris.
Corretora de valores comenta oportunidades para a petroleira júnior com a licença final em Wahoo.
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