Ibovespa (IBOV) interrompe sequência negativa com alta de 0,68% nesta terça-feira

Raízen avança com recuperação extrajudicial e Pão de Açúcar lidera baixas do pregão.

Publicado em 09/06/2026 às 18:37h Publicado em 09/06/2026 às 18:37h por Wesley Santana
Bolsa ainda acumula valorização de quase 6% desde o começo do ano (Imagem: Shutterstock)
Bolsa ainda acumula valorização de quase 6% desde o começo do ano (Imagem: Shutterstock)

A bolsa de valores brasileira teve um dia mais tranquilo nesta terça-feira (9), depois de recuar na véspera. O Ibovespa (IBOV) encerrou o pregão com valorização de 0,68%, aos 169,8 mil pontos, conforme dados da B3.

O destaque do dia, mais uma vez, foi a Raízen (RAIZ4), que avança no seu processo de recuperação extrajudicial. A companhia viu seu ticker crescer 7% e até chegar a ser negociado acima de R$ 0,50 pela primeira vez em muito tempo.

Outro movimento de forte alta veio da Hapvida (HAPV3), que se valorizou 5,3%, para R$ 11,50. Casas Bahia (BHIA3) também obteve mais 5% de crescimento, com suas ações fechando o pregão no patamar de R$ 1,29.

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Entre as baixas, a liderança ficou com o Pão de Açúcar (PCAR3), que caiu 7,5% e foi a menos de R$ 1,60. O ticker vem passando por correções já há algumas semanas, por causa da recuperação extrajudicial.

A segunda maior baixa do dia foi registrada pela Totvs (TOTS3), que caiu quase 4% e foi a R$ 31,10. O pódio vermelho fica completo com a Natura (NATU3), que recuou 3,6% e foi a R$ 9,12.

Entre as blue chips da bolsa, o melhor desempenho ficou com o Itaú Unibanco (ITUB4), que avançou 1,3%. Na outra ponta, ficou a Petrobras (PETR4), que caiu 0,5%, repercutindo o preço do petróleo no mercado internacional.

E no exterior?

O câmbio do dólar dos Estados Unidos terminou o dia sem fortes oscilações, cotado em R$ 5,178. O mesmo aconteceu com o euro, que fechou o pregão em R$ 5,97, conforme dados do Banco Central.

Em Wall Street, os principais indicadores do mercado acionário terminaram sem direção única. Nasdaq e S&P 500, por exemplo, caíram 1% e 0,3%, respectivamente, enquanto a NYSE subiu 0,7% e o Dow Jones avançou 0,2%.

Já o Bitcoin (BTC) continuou alongando suas perdas dos últimos meses e caiu mais de 1,8% nas últimas 24 horas. No fechamento desta reportagem, a principal criptomoeda do mercado operava em R$ 322 mil, com recuo de 33,2% no ano.