IBOV vai do fundo ao topo de 175 mil pontos com sangria do petróleo

Preço da commodity deu para trás com mudança dos EUA no conflito armado com o Irã.

Publicado em 25/08/2026 às 17:48h Publicado em 25/08/2026 às 17:48h por Lucas Simões
IBOV se recupera bastante, mesmo com PETR4 arrastada pela baixa do petróleo (Imagem: Shutterstock)
IBOV se recupera bastante, mesmo com PETR4 arrastada pela baixa do petróleo (Imagem: Shutterstock)
O Ibovespa nesta terça-feira (25) fechou aos 174.576,80 pontos, salto de +1,55%, apagando as perdas do início do dia em vista de o petróleo ter tombado quase -4% com os Estados Unidos trocando ataques bélicos por mais sanções econômicas ao Irã e aliados.
Apesar de as ações da Petrobras (PETR4) terem derrapado -1,80% ao acompanharem o petróleo tipo Brent abaixo de US$ 90 por barril, o IBOV ganhou tração com o sentimento de maior apetite a risco visto ao redor do globo. 
Diante das quedas consistentes dos juros futuros de longo prazo, quem se beneficiou bastante na bolsa de valores brasileira foram as varejistas, caso dos papéis do Magazine Luiza (MGLU3), que se apreciaram em +9,38%.
Por sua vez, o dólar comercial terminou o dia valendo R$ 5,14, recuo de -0,25%, com traders monitorando o noticiário relacionado ao Estreito de Ormuz, sendo que Irã e Omã discutem um plano para a remoção de minas da passagem marítima crítica ao petróleo.

Wall Street

Com as taxas dos títulos do governo dos Estados Unidos em queda, o apetite a risco dos investidores globais pelas empresas listadas na bolsa de valores americana voltou, tanto que o S&P 500 voltou a se aproximar dos 7,7 mil pontos.
Se na véspera o mercado rejeitou as fabricantes de chips de memória, agora os excessos foram corrigidos e o setor de semicondutores recuperou boa parte das perdas, com destaque para os papéis da gigante Nvidia (NVDA), subindo +2,19%. 

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