Meta (M1TA34) cai 9% no after-market, com fluxo de caixa murchando no 2T26
Gigante das redes sociais, a empresa fundada por Mark Zuckerberg precisou encolher seus gastos de capitais no ano.
Nesta terça-feira (18), a Justiça dos Estados Unidos começa a julgar uma ação do poder público contra a Meta (M1TA34). Uma coalizão de 27 estados do país alega que as plataformas Facebook e Instagram foram projetadas para causar dependência de crianças e adolescentes, prejudicando a saúde mental desses jovens.
O processo se desenrola no Estado da Califórnia, mais alinhado aos Democratas, mas o grupo é bipartidário, com participantes também dos Republicanos. O julgamento acontece com um júri composto por oito pessoas.
Do lado da Meta, a empresa deve alegar que fez todo o possível para garantir a segurança dos jovens. Além disso, a companhia deve sustentar que não houve nenhuma evidência de danos efetivos aos usuários.
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“Os procuradores-gerais não apresentam nenhuma prova de que alguém em seus Estados tenha sido induzido a erro, alegam que recursos inofensivos, como ter uma conta adicional no Instagram, de alguma forma prejudicaram seus residentes e tentam penalizar a Meta por desafios que afetam todo o setor, como a verificação de idade”, disse o porta-voz. “Em vez de se aterem aos fatos ou à lei, os Estados decidiram buscar uma indenização exorbitante”, continua.
Para além do realinhamento da plataforma no país, a empresa está sujeita a receber uma multa de US$ 1,4 trilhão, um valor muito próximo do atual valuation. Esse pode ser, portanto, o maior teste já enfrentado pela companhia perante tribunais ao redor do mundo.
Enquanto a Meta enfrenta a Justiça nos EUA, por aqui, quem passa pelo escrutínio do poder público é o Discord. A empresa está proibida de oferecer transmissões ao vivo no país, depois do caso de uma jovem que se suicidou durante uma live.
A empresa diz que está trabalhando para restabelecer o acesso a esse recurso e pontuou que “essa situação é séria”.
"Trabalhamos todos os dias para manter esses indivíduos fora da nossa plataforma e para tornar o Discord mais seguro para os adolescentes. Temos colaborado e continuamos colaborando com as autoridades policiais neste caso. Sabemos o quanto esses recursos afetados são importantes para a nossa comunidade no Brasil”, diz carta emitida pela companhia.
Gigante das redes sociais, a empresa fundada por Mark Zuckerberg precisou encolher seus gastos de capitais no ano.
Usuários relatam falhas de acesso, mensagens de erro e dificuldades para publicar nas plataformas da Meta.
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