Bitcoin (BTC) salta aos US$ 81 mil após dados fracos de emprego nos EUA
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Na tarde deste domingo (24), a rede blockchain Ethereum (ETH) ultrapassou a sua cotação máxima. A segunda maior criptomoeda do mundo, com valor de mercado de US$ 595,5 bilhões, bateu o preço unitário de US$ 4.935,23, acima do então topo histórico de US$ 4.891,70 visto no dia 16 de novembro de 2021. E por que será que o Ethereum despertou em 2025?
De fato, o desempenho da criptomoeda tem até ofuscado o Bitcoin (BTC) no curto prazo. Conforme apuração do Investidor10, nos últimos três meses, o ETH teve valorização de +86,47%, ao passo que BTC avançou +5,30%.
Esse pano de fundo é reforçado pelo desempenho robusto dos ETFs de Ethereum nos EUA. O fluxo de entradas ganhou destaque em 11 de agosto de 2025, quando a captação líquida diária ultrapassou US$ 1 bilhão, o maior volume já registrado desde a criação desses produtos.
Para as grandes fortunas em Wall Street, que têm abraçado os criptoativos rapidamente, um dos principais motivos para o rali altista do Ethereum tem a ver com a expansão do ecossistema de stablecoins.
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Analistas do banco americano Goldman Sachs explicam que o ano de 2025 marca o início de uma verdadeira “corrida do ouro” nesse segmento de criptomoedas lastreadas no dólar, com projeções de crescimento anual composto em torno de +40% para stablecoins reguladas como a USDC.
Como a rede blockchain Ethereum concentra a maior fatia de liquidez e emissão dos stablecoins, esse avanço se traduz diretamente em maior atividade on-chain, geração de taxas e queima de tokens ETH, reduzindo a oferta disponível e fortalecendo os fundamentos de valorização do criptoativo no médio prazo.
Já o BTG Pactual, com base em análise técnica do criptoativo, vê o ETH com suporte de preço em US$ 4.070, mirando a resistência em US$ 4.850, cujo rompimento pode destravar novas altas em direção a máximas históricas.
Segundo dados do Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em Ethereum (ETH) há seis meses, hoje você teria R$ 1.623,14. A simulação também aponta que o Bitcoin (BTC) teria retornado R$ 1.129,94 nas mesmas condições.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
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