STF julga prisão de ex-presidente do BRB (BSLI4) nesta quarta-feira (22)
A análise deve ser concluída até as 23h59 da próxima sexta-feira (24).
🚨 As ações do Banco de Brasília – BRB (BSLI4) despencaram nesta quinta-feira (4) após o Banco Central rejeitar a compra do Banco Master, anunciada em março deste ano.
O movimento derrubou os papéis ordinários (BSLI3) em 10,84%, cotados a R$ 9,41, e os preferenciais (BSLI4) em 11,13%, a R$ 10,20. Na mínima do dia, chegaram a recuar 16%.
O tombo ocorreu em um pregão no qual o Ibovespa (IBOV) operava em alta de 0,31%, mostrando que a queda foi exclusivamente ligada ao caso.
Em comunicado, o BRB informou que o BC indeferiu o pedido de aquisição de 49% das ações ordinárias e 100% das preferenciais do Banco Master.
A instituição disse que solicitou acesso à íntegra da decisão para avaliar os fundamentos e examinar as alternativas cabíveis.
O banco reiterou ainda que a transação “representava uma oportunidade estratégica com potencial de geração de valor para o BRB, seus clientes, o Distrito Federal e o Sistema Financeiro Nacional”.
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O negócio vinha sendo alvo de questionamentos no mercado. Isso porque tanto o BRB quanto o Master têm porte semelhante, o que levantou dúvidas sobre sinergias e riscos de concentração.
Outro ponto sensível era o modelo de financiamento agressivo do Banco Master, com forte expansão nos últimos anos baseada em operações de dívida de alto rendimento.
Analistas avaliavam que a incorporação poderia elevar o risco do BRB em um momento de maior cautela no setor financeiro.
📉 A decisão do BC frustra a estratégia de expansão do BRB, que via no acordo uma forma de ampliar sua presença no mercado nacional além do Distrito Federal.
A análise deve ser concluída até as 23h59 da próxima sexta-feira (24).
O Banco de Brasília (BSLI4) comprou mais de R$ 12 bilhões em carteiras de crédito de Daniel Vorcaro.
Paulo Henrique Costa teria recebido propina para facilitar transações do BRB com o Master.
O relatório já foi enviado à PF, para a adoção das "eventuais medidas cabíveis".
O BRB pediu ao STF que ativos identificados nas investigações do caso Master sejam reservados para ressarcir as partes lesadas.
Durigan negou federalização, mas disse que bancos públicos poderiam comprar ativos do BRB.
Pedido envolve possível apoio da Caixa e empréstimo bilionário do FGC.
Ao menos outras nove empresas listadas na B3 também não apresentaram o balanço no prazo.
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