Petrobras (PETR4) puxa Ibovespa para cima com Brent a US$ 95; dólar cai a R$ 4,97
O índice subiu 0,24% com suporte da Petrobras e do Brent a US$ 95, em pregão de volume fraco pela véspera do feriado.
📊 Em meio a um cenário desafiador na Bolsa brasileira, marcado por incertezas sobre juros e política fiscal, as ações defensivas lideram as recomendações das corretoras para julho.
O BTG Pactual, em seu relatório, explica: "Como é provável que a incerteza e a volatilidade prevaleçam nos próximos meses, decidimos reduzir nossa exposição a ações domésticas cíclicas e sensíveis à taxa de juros, aumentando, ao mesmo tempo, a exposição cambial e defensiva".
Com as incertezas crescentes, Lojas Renner (LREN3), do setor varejista sensível à Selic e ao consumo, sai da lista de recomendações, assim como Weg (WEGE3) e Gerdau (GGBR4), esta última adicionada em junho.
A novidade no ranking é Klabin (KLBN11), com receita em dólar, oferecendo proteção às carteiras.
Vale (VALE3) continua na lista, liderada por Petrobras (PETR4), mas com menos indicações.
A mineradora, que liderou em maio com sete indicações, teve seis em junho e agora caiu para cinco, ocupando a terceira posição.
💲 Confira as seis empresas mais indicadas pelos analistas no mês de julho:
O Santander acredita que as capacidades de produção e exploração da empresa, especialmente seus ativos no pré-sal, permanecerão fortes apesar das incertezas no Conselho Administrativo.
A corretora destaca ainda a sólida posição financeira e a resiliência da empresa diante da volatilidade do mercado.
A ação do banco representa 15% da carteira Top 10 da XP, que recomenda compra com preço-alvo de R$ 42 (atualmente cotado a R$ 32,40).
O BTG Pactual afirma que o banco está se adaptando às mudanças nos bancos de varejo, o que pode aumentar seu Retorno Sobre Patrimônio (ROE) sustentável em comparação aos concorrentes.
O BB Investimentos reconhece incertezas no setor imobiliário chinês, mas vê pontos positivos no controle de custos da Vale e na alocação disciplinada de capital, garantindo um elevado retorno ao acionista.
O Santander recentemente aumentou o preço-alvo da ação da construtora para R$ 33, enquanto o papel está sendo negociado por cerca de R$ 18.
A ação é vista como uma das mais bem posicionadas para se beneficiar do ciclo imobiliário atual, devido ao balanço sólido, portfólio diversificado e capacidade de execução.
Considerada defensiva, a ação da Sabesp se destaca pelas receitas previsíveis, pois saneamento básico é essencial em qualquer cenário macroeconômico.
A Guide ressalta que a companhia atende 375 dos 645 municípios de São Paulo, abrangendo cerca de 70% da população.
A Klabin foi adicionada à carteira do BTG Pactual, que vê melhores perspectivas em suas unidades de negócios a curto prazo, levando a um sólido momento de lucros.
A exposição ao dólar é outro fator positivo, ajudando na construção de um portfólio mais defensivo.
O índice subiu 0,24% com suporte da Petrobras e do Brent a US$ 95, em pregão de volume fraco pela véspera do feriado.
Só a estatal pagará R$ 8,1 bilhões em JCP para os acionistas registrados na 4ª feira (22).
Estatal também alerta para impactos da reforma tributária, que entra em vigor neste ano.
Só a Petrobras pagará R$ 8 bilhões em JCP, o equivalente a um valor bruto de R$ 0,65 por ação.
O BofA elevou a recomendação para as ações da estatal de neutra para compra, elevando o preço-alvo de R$ 49 para R$ 65.
O índice chegou à máxima de 198.665 pontos pela manhã, com alta próxima de 1%, mas recuou ao longo do pregão.
A estatal comprou uma participação de 75% em um bloco offshore de São Tomé e Príncipe.
No total, empresa liberou R$ 42 bi relativos ao ano passado.
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