André Esteves diz que BTG compra ativos do BRB, mas descarta títulos do Master
O CEO do BTG Pactual confirmou nesta segunda-feira (13) que o banco avalia ativos do BRB, mas descartou qualquer coisa ligada ao Master.
O BTG Pactual (BPAC11) anunciou nesta quarta-feira (11) a aquisição da Justa, fintech especializada em soluções de pagamentos.
🏦 O negócio não teve seu valor revelado, mas visa ampliar a oferta de serviços de pagamentos para empresas do BTG.
Segundo o banco, o negócio permitirá que os seus clientes realizem vendas e gerenciem recebíveis de forma integrada aos demais produtos e serviços do BTG Pactual Empresas.
"A aquisição da Justa acelera nossa estratégia no segmentos de soluções de pagamento para o varejo", comentou o sócio e co-head do BTG Pactual Empresas, Gabriel Motomura.
"O objetivo com esse movimento é que possamos oferecer, no futuro, uma solução completa de aquisição, integrada à nossa plataforma de cash management", completou.
📱 A Justa foi fundada em 2018 com o propósito de "mostrar para o comerciante exatamente quanto ele recebe pelas suas vendas e o quanto ele precisa precificar seus produtos para receber o que quer".
Para isso, a fintech oferece contas corporativas, maquininhas de cartão e soluções para criação de links de pagamento, emissão e pagamento de boletos.
Em nota, o sócio-fundador da Justa, Eduardo Vils, disse que a aquisição pelo BTG "foi um movimento natural e alinhado ao propósito de tornar o mercado mais justo".
"Agora, como parte do BTG Pactual, unimos nossa experiência em meios de pagamento ao que há de mais completo em soluções bancárias para empresas", afirmou.
O CEO do BTG Pactual confirmou nesta segunda-feira (13) que o banco avalia ativos do BRB, mas descartou qualquer coisa ligada ao Master.
Banco de investimentos de André Esteve mira a instituição financeira do magnata religioso.
O BTG deve comprar a fatia da Oi na V.tal por R$ 4,5 bilhões, abaixo do pedido inicialmente.
Segundo o banco, não houve acesso a contas, nem exposição de dados de clientes.
Ataque criminoso teria desviado R$ 100 milhões, mas instituição financeira recupera maior parte.
Quem mais viu a sua fortuna crescer com a chegada de 2026 foi o banqueiro André Esteves.
Antes do BTG, três potenciais compradores abandonaram o Digimais, que acumula deterioração patrimonial e suspeitas de irregularidades.
Segundo o relato, Esteves teria pressionado Vorcaro a abandonar o negócio com o banco estatal do Distrito Federal, o BRB.
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