Governo Lula lava as mãos sobre capitalização do BRB; entenda
O Banco de Brasília (BSLI4) comprou mais de R$ 12 bilhões em carteiras de crédito de Daniel Vorcaro.
O BRB (BSLI4) disse que já recuperou mais de R$ 10 bilhões aplicados no Banco Master.
De acordo com a PF (Polícia Federal), o Master teria criado carteiras de crédito falsas e vendido para outras instituições financeiras. Só o BRB injetou mais de R$ 12 bilhões na instituição.
💰 Em nota, o BRB confirmou na sexta-feira (21) que a "exposição bruta de carteiras com documentação fora do padrão exigido" chegou a R$ 12,76 bilhões.
Contudo, ressaltou que "mais de R$ 10 bilhões já foram liquidados ou substituídos" e alegou que "o restante não constitui exposição direta ao Banco Master".
"Todo o processo de substituição de carteiras e adição de garantias, prática prevista em contrato, foi reportado e acompanhado pelo Banco Central", acrescentou.
O BRB disse ainda que reforçou os controles internos e que as atuais carteiras de crédito seguem o "padrão adequado".
"O Banco permanece sólido e colaborando com as autoridades", garantiu, detalhando as suas contas:
"O BRB possui mais de R$ 80 bilhões em ativos, mais de R$ 60 bilhões em carteira de crédito e registrou lucro líquido recorrente de R$ 518 milhões no 1º semestre, com margem financeira superior a R$ 2,3 bilhões".
O investimento de R$ 12 bilhões do BRB no Master foi revelado na terça-feira (18), depois que a PF deflagrou a Operação Compliance Zero para combater a emissão dos títulos de crédito falsos.
A operação levou ao afastamento do presidente e do diretor-financeiro do BRB, além da prisão de sócios do Master. No mesmo dia, o BC (Banco Central) decretou a liquidação extrajudicial do Master.
O BRB lembrou na sexta-feira (21) que é um dos credores da liquidação extrajudicial do Master, o que pode viabilizar a recuperação de outros valores.
No dia da operação, o banco também disse que "sempre atuou em conformidade com as normas de compliance e transparência, prestando regularmente informações ao Ministério Público Federal e ao Banco Central do Brasil sobre todas as operações relacionadas ao Banco Master".
Ainda assim, o Conselho de Administração do BRB aprovou a contratação de uma auditoria externa especializada para apurar os fatos mencionados na Operação Compliance Zero da PF.
O Banco de Brasília (BSLI4) comprou mais de R$ 12 bilhões em carteiras de crédito de Daniel Vorcaro.
Paulo Henrique Costa teria recebido propina para facilitar transações do BRB com o Master.
O relatório já foi enviado à PF, para a adoção das "eventuais medidas cabíveis".
O BRB pediu ao STF que ativos identificados nas investigações do caso Master sejam reservados para ressarcir as partes lesadas.
Durigan negou federalização, mas disse que bancos públicos poderiam comprar ativos do BRB.
Pedido envolve possível apoio da Caixa e empréstimo bilionário do FGC.
Ao menos outras nove empresas listadas na B3 também não apresentaram o balanço no prazo.
Banco público enfrenta crise de liquidez após exposição ao Banco Master.
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