Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
📈 O Bitcoin (BTC) mostrou sinais significativos de recuperação, atingindo seu preço mais alto em 30 dias, alcançando US$ 67.422 na tarde de sexta-feira, 17 de maio.
A alta marca uma importante recuperação após o ativo digital ter superado um crucial suporte no meio da semana, indicando um potencial fechamento semanal com uma valorização de 10%.
Um dos fatores cruciais para esse impulso no preço do Bitcoin foi a retomada do fluxo positivo para os ETFs (fundos de índice) à vista de Bitcoin nos Estados Unidos.
Estes fundos têm visto entradas líquidas consistentes, com destaque para quinta-feira (16), quando registraram um fluxo de US$ 257,34 milhões, o quarto dia consecutivo de entradas líquidas.
Desde o lançamento destes ETFs na segunda semana de janeiro, eles acumularam um total de US$ 12,40 bilhões em entradas líquidas.
No entanto, apesar dessas entradas, o volume de negociação ainda permanece abaixo dos picos observados em março, de acordo com dados do portal The Block, sugerindo que ainda há espaço para crescimento.
O cenário macroeconômico nos EUA também teve influência sobre o desempenho do Bitcoin.
A inflação ao consumidor (CPI) de abril subiu menos do que o esperado pelos mercados, alimentando especulações sobre um possível corte de juros pelo Federal Reserve (Fed).
Um corte nas taxas de juros tende a ser visto como positivo para ativos de risco, incluindo criptomoedas, pois reduz o custo do dinheiro e potencialmente desvia investimentos para ativos de maior risco em busca de melhores retornos.
🗣️ Joshua Lim, cofundador da Arbelos Markets, expressou um sentimento otimista, comentando para a Bloomberg que uma redução das taxas pelo Fed seria geralmente positiva para os ativos de risco e para as criptomoedas.
Além do Bitcoin, as principais altcoins também mostraram desempenho positivo, com destaque para a Solana (SOL), que registrou uma alta de 5,50% na tarde do mesmo dia.
A maioria das criptomoedas de menor valor de mercado estava operando em alta, com apenas três delas registrando movimento negativo.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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