Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
O Bitcoin (BTC) terminou a semana pós-halving negociado a US$ 63.766, de acordo com a cotação observada na noite de sexta-feira (26). Isto é, com uma leve queda de 0,1% em relação ao preço registrado logo após o halving.
🪙 O halving do Bitcoin ocorreu na noite de 19 de abril. Naquele dia, a criptomoeda fechou a US$ 63.799. Depois disso, a máxima registrada pelo token foi de US$ 67.208 na segunda-feira (22), primeiro dia útil após o halving.
Os dias seguintes, contudo, foram de altas e baixas para o Bitcoin. Por isso, a criptomoeda terminou a semana pós-halving quase no mesmo preço observado depois do evento, apesar da expectativa de que a cotação disparasse.
Leia também: Qual será a cotação do Bitcoin no próximo halving, em 2028?
O resultado destoa do avanço de 11,4% registrado pelo Bitcoin na semana que sucedeu o halving de 2020. Contudo, não é o pior da história. Em 2016, a cotação da criptomoeda caiu 0,3% na semana pós-halving.
Veja como o preço do Bitcoin se comportou na semana posterior a cada halving:
📈 Na avaliação de especialistas, a volatilidade é normal em momentos significativos como o halving. Além disso, é preciso lembrar que o Bitcoin já subiu cerca de 50% em 2024 e que as incertezas sobre o cenário econômico aumentaram nas últimas semanas, o que pode deixar os juros altos por mais tempo nos Estados Unidos. A expectativa, portanto, é de que o real efeito do halving fique mais claro nos próximos meses.
O halving corta pela metade a emissão do Bitcoin a cada 210 mil blocos minerados. É um evento que acontece em média a cada quatro anos e geralmente é acompanhado por uma alta expressiva da criptomoeda. Afinal, a redução da oferta tende a elevar os preços. No ano seguinte ao halving de 2020, por exemplo, o Bitcoin teve uma valorização de 548,8%.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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